sexta-feira, 3 de junho de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
TELMA TAVARES CANTA GONZAGUINHA NO RIO DE JANEIRO
Gonzaguinha, que nos deixou há vinte anos, será homenageado por Telma com canções que marcaram sua trajetória, como: Explode Coração, Sangrando, O que é, o que é, Lindo lago do amor, É, Começaria tudo outra vez, Grito de Alerta, Forró do Gonzagão, Recado, Avassaladora, Guerreiro Menino, dentre tantas outras. Nesse espetáculo, a artista cantará duas ou três músicas de sua autoria, as quais constarão do segundo álbum de Telma intitulado Veia Mestiça.
TELMA TAVARES
A cantora, que ganhou as rádios com com algumas de suas composições gravadas por Alcione (como a canção Acesa), está finalizando o CD Veia Mestiça. Fruto de parcerias com autores talentosos como Roque Ferreira, Paulo César Feital, Délcio Carvalho e Tainã Uarani, o disco tem participações especiais de Alcione, Leci Brandão e de Roque Ferreira. Veia Mestiça trará faixas gravadas pela própria Alcione (Corpo Fechado, Nair Grande - a bambambã do fuzuê e Agarradinho).
TELMA TAVARES CANTA GONZAGUINHA
BOSSA NOSSA DA LAPA
DIA 08 DE JUNHO, 21 HORAS
Rua do Lavradio, nº 170 – telefone: 2232-4959
Couvert – R$20,00 (vinte reais)
Duração: 1h15m
Classificação etária: 18 anos
Capacidade da casa: 200 lugares
Foto: Mariza Lima
quarta-feira, 18 de maio de 2011
EMÍLIO SANTIAGO EM CURTA TEMPORADA NO TEATRO RIVAL/PETROBRAS, NO RJ
A produção musical do espetáculo Só danço Samba é de José Milton (responsável também pelo CD) e a direção geral de Túlio Feliciano. Os músicos que acompanharão Santiago no palco do Rival Petrobras são: Adriano Souza e Clebson Santos (teclados), Humberto Mirabelli (violão), Alex Rocha (baixo), Amaro Jr. (bateria), Jacaré (percussão) e Zé Arimatéia (flugelhorn).
Além dos standards, como a faixa-título "Só danço samba" (Tom Jobim/Vinícius de Moraes), o show apresentará canções inesquecíveis, como :"Olhou pra mim" (Ed Lincoln/ Sílvio César), "Samba de Verão" (Marcos Valle/Paulo Sérgio Valle), "Falaram tanto de você" (Durval Ferreira/ Orlandivo), "Sambou, sambou" (João Donato/João Melo), "Pra que" (Sílvio César), "Vou rir de você" (Helton Menezes) e "Na onda do berimbau" (Oswaldo Nunes). Canções que constam de um roteiro musical que ainda assimila obras mais recentes assinadas por Mart`nália e Mombaça ("Chega"), e Dona Ivone Lara e Jorge Aragão ("Tendência"). Entretanto, os hits da carreira do intérprete também estarão por lá: "Saigon" (Carlão/ Cláudio Cartier/ Paulo César Feital), "Verdade Chinesa" (Carlos Colla/Gilson), Logo Agora" (Jotabê/Jorge Aragão), "Flamboyant” (Jota Maranhão/ Paulo César Feital), "Cadê juízo" e "Lesões corporais" (ambas compostas por Gilson e Joran), dentre outros.
Apelidado por um dos principais críticos do New York Times de o Nat King Cole brasileiro – pela voz aveludada e por esbanjar elegância nas canções românticas - Emílio Santiago, em Só danço Samba, conforme os críticos, “conseguiu superar-se". Para alguns, como o conhecido e experiente jornalista carioca Mauro Ferreira, "Só danço samba foi um dos melhores discos do ano passado".
SERVIÇO
EMÍLIO SANTIAGO - SÓ DANÇO SAMBA
TEATRO RIVAL PETROBRAS
DIAS: 02, 03 E 04 de JUNHO - 19H30
(de quinta a sábado)
Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia - Tel: (0xx21)2240-4469
Preço:
Setor A / Mezanino:
R$70,00 (inteira)
R$35,00 (estudante / idoso / professor da rede municipal)
Setor B:
R$60,00 (inteira)
R$50,00 (os 100 primeiros pagantes)
R$30,00 (estudante / idoso / professor da rede municipal)
Classificação : 16 anos
Fonte: assessoria de imprensa / Crédito da foto: Dario Zalis
sexta-feira, 13 de maio de 2011
PETER FRAMPTON - ALIVE AND WELL
Em sua pré-adolescência, entre os anos de 1961 e 1964, o músico inglês Peter Frampton faria parte de bandas incipientes como The Truebeats e The Preachers, as quais serviriam de laboratório para o guitarrista em formação.Em 1966, então com dezesseis anos, Frampton ingressaria na The Herd, banda com a qual assinaria seu primeiro contrato como profissional, já no ano seguinte. O compacto de trabalho, lançado pela Fontana Records, receberia o título do álbum de estréia da banda: From the underworld. Apesar da curta carreira – dois anos e apenas três discos, a The Herd emplacaria as faixas Paradise lost e I don’t want our loving to die, fato que daria visibilidade ao jovem Frampton, eleito a face do rock em 1968.
Em 1969, Frampton se juntaria a Steve Marriot (egresso da Small Faces) para fundar a Humble Pie, banda que trabalharia inicialmente sob influência do blues, do folk e do rock, meio altamente favorável para que Frampton desenvolvesse o estilo que o consagraria na década seguinte.
A Humble Pie assinaria contrato com a A&M Records em 1970. Contudo, a gravadora conduziria a banda pela trilha do heavy rock, direção oposta a das pretensões de Frampton, que tendia a um repertório voltado para baladas. Insatisfeito, o guitarrista abandonaria a banda em 1971. Ironicamente, pouco depois da saída de Frampton, a música I don’t need no doctor alcançaria grande repercussão nos Estados Unidos e o disco ao vivo Performance – Rockin’ The Filmore, lançado naquele mesmo ano de 1971, daria alento decisivo à carreira da Humble Pie no mercado americano.
Mesmo sem banda, Frampton manteria seu contrato com a A&M Records, trabalhando como músico de estúdio para Harry Nilson e George Harrison – com quem já havia trabalhado, ao lado de Eric Clapton e Billy Preston, no terceiro álbum solo do ex-Beatle, All things must pass (1970). Foi esse trabalho de bastidores que acabaria por abrir caminho para a gravação do primeiro disco solo de Frampton, intitulado Wind of Change (1972). Com o relativo êxito desse álbum, o guitarrista colocaria os pés na estrada e ganharia fôlego para lançar o seguinte, Frampton’s Camel, em 1973 - o primeiro gravado nos Estados Unidos. Nesse disco, Frampton experimentaria o talk box - uma espécie de sintetizador de voz cujo efeito similar ao de uma guitarra se tornaria a marca de sua música, ao longo da década.
Em 1975, retirado em sua casa nas Bahamas, Frampton comporia, em uma mesma tarde, duas canções que dariam novo rumo à sua carreira: Show me the way e Baby I love your way. Ao retornar das férias, Frampton lançaria um álbum homônimo, ainda naquele ano. O disco Frampton ganharia um disco de ouro e manteria o artista na estrada, abrindo shows nos Estados Unidos para a J. Geils Band e o Black Sabbath, entre outros.
No ano seguinte, viria a consagração. Em San Francisco, Frampton gravaria uma apresentação em Winterland, conhecido reduto roqueiro por onde passaram famosos como Janis Joplin. O disco duplo Frampton comes alive! logo bateria recordes de execução e vendagem naquele ano - mais de um milhão de cópias só na semana de lançamento e cerca de treze milhões de cópias vendidas ao final do ano de 1976, somente nos Estados Unidos. É, até hoje, o disco ao vivo mais vendido da história do rock.
Frampton comes alive! inscreveria definitivamente o nome de Peter Frampton no rol das celebridades do rock, e permitiria a ele conquistar os prêmios personalidade do rock (Revista Billboard) e guitarrista do ano (Revista Rolling Stone), por dois anos consecutivos - no biênio 76/77.
Francisco Filardi
quinta-feira, 5 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
3º FIM DE SEMANA MÍSTICO LOTA CIDADE EM MINAS GERAIS
A programação do evento, organizado por Daniele Boadicea, incluiu um City Tour Místico e Histórico, com visitação aos principais pontos turísticos da cidade, dentre estes a Pedra da Bruxa, a Pirâmide, o Mirante, a algumas cachoeiras, grutas, igrejas e ainda com direito a uma belíssima e privilegiada visão do por-do-sol, entre outros; ofereceu também palestras sobre antiga religião, cultura celta, Idade Média, druidismo e Inquisição, e apresentação de danças irlandesas, com a jovem Letícia (foto superior).
Na penúltima noite do evento, o Espaço Toque de Minas recebeu a Festa Medieval, que ressaltou a importância da cultura celta, com a apresentação do duo Olam Ein Sof (“Mundo dos Infinitos”), formado por Marcelo Miranda e Fernanda Ferretti, muito respeitado no meio místico por seus temas mitológicos, medievais, renascentistas e celtas. O casal aproveitou a Festa para divulgar seu terceiro CD, intitulado Ethereal Dimensions, lançado em 2010.
Informações sobre o próximo evento podem ser obtidas com Daniele, pelo e-mail
E para os interessados em conhecer o encanto e a magia do trabalho do Olam Ein Sof, basta visitar os links do MySpace e do Olam Ein Sof. Ou ainda escrever para os músicos:
Francisco Filardi
segunda-feira, 2 de maio de 2011
CASA DAS BEIRAS SEDIA O I ANIME EXPERIENCE
Bom público compareceu e prestigiou a programação que contou com várias alternativas de entretenimento, entre estas o desafio Michael Jackson Experience, competição em que os participantes tentavam reproduzir (não exatamente com a mesma destreza) os movimentos de um Michael Jackson virtual, a Arena Game Experience, com vários consoles e jogos para para diversão gratuita durante todo o evento, um desfile de Cosplay com interpretação em playback de conhecidas personagens de animação, a Boate Otaku Experience, espaço destinado à dança e à música, e o concurso Animekê, um divertido quiz relacionado com o universo dos mangás e da animação, entre outras. Além disso, o evento contou com vários estandes onde os fãs podiam adquirir artefatos como camisas, pins, buttons, miniaturas e muitos outros p
rodutos relacionados com o universo anime.
Mas o destaque mesmo foram os Cosplay, que atraíram o público com suas caracterizações. Todos foram extremamente gentis, ao posarem inúmeras vezes para sessões de fotos, ao tempo em que espalharam alegria e divertimento, com criatividade e paixão. Essas pessoas transpiraram para levar à Casa das Beiras as personagens que tanto admiram no universo anime e foram recompensadas com o sorriso e a boa acolhida dos visitantes.
Intervalo Cultural foi dar uma conferida no evento e também dar apoio a essa simpática turma que desenvolve um trabalho visualmente impactante, diferente e indiscutivelmente cultural.
A Casa das Beiras, por sua vez, deu a impressão de ser um lugar acolhedor para eventos de pequeno porte, mas se a Anime Experience crescer, seus organizadores terão de procurar nova sede, com espaço mais generoso.
Enquanto isto, ficamos na torcida para que eventos como esse aconteçam em outros bairros do Rio de Janeiro. Até lá!
Francisco Filardi
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
MÚSICO REINALDO PESTANA CONVIDA PARA SUAS APRESENTAÇÕES
O baterista e percussionista Reinaldo Pestana convida os leitores de Intervalo Cultural Online para as suas apresentações. Confira a agenda do músico para a segunda quinzena de abril e para o próximo mês de maio:
Abril:
Dia 22 (Sexta) às 12:30h no Museu Carmem Miranda (Av. Rui Barbosa, nº 560 – Flamengo), em apresentação conjunta com o violonista Cedmon Alvez (instrumental);
Dia 23(Sábado) às 19:00h, no Prezunic de Guadalupe (Av. Brasil, nº 22.693) Marrom & Pestana (MPB);
Dia 27 (Quarta) às 20:00h, no Brazzoka (Av. Mem de Sá, nº 70 – Centro/Lapa) - Projeto Som da Bola (MPB, samba, pop);
Dia 30 (Sábado) às 21:00h, no Barra World Shopping & Park (Av. das Américas, Km - 14 - Barra da Tijuca) - Trio Alternatrilha (pop & soul).
Maio:
Dia 01 (Domingo), às 15h, no Sesc de São João de Meriti (Av. Automóvel Clube, nº 66) - Trio Alternatrilha (pop & soul);
Dia 12 (Quinta), às 21:00h, no Brazzoka (Av. Mem de Sá, nº 70 – Centro/Lapa) - Projeto Som da Bola (MPB, samba, pop);
Dia 14 (Sábado), às 21:00h, no Barra World Shopping & Park (Av. das Américas, Km - 14 - Barra da Tijuca) - Trio Alternatrilha (pop & soul);
Dia 15 (Domingo), às 15:00h, na feira do forró, em Duque de Caxias (Av. 25 de Agosto, próximo à estação ferroviária) – Trio Forró à Três.
Visite o site do músico para outras informações: Reinaldo Pestana.
domingo, 10 de abril de 2011
BLACKBIRD EM SHOW QUASE ÍNTIMO PARA PLATEIA PRIVILEGIADA NO RIO DE JANEIRO
Para quem aprecia a música dos quatro cabeludos de Liverpool, nada tão deleitoso do que ouvir a Blackbird Beatles Cover. Na apresentação do último dia 02/04, a banda levou ao palco do Bar do Tom, Leblon/RJ, pouco mais de 30 composições de The Beatles e das carreiras solo de Paul McCartney, George Harrison e John Lennon.
Instant Kharma, de Lennon, abriu a noite para um público que segurou a timidez até o fim da primeira metade do show. Depois disso, virou um bailão. A Blackbird pôs todo mundo para dançar, a pista improvisada ficou cheia e o público se divertiu a valer (aliás, todos nos divertimos!). O pessoal de Intervalo Cultural Online estava lá para conferir (afinal, também somos fãs - dos Beatles e da Blackbird). Já conhecíamos o trabalho dessa ótima banda cover, quando cobrimos uma de suas apresentações na praça de alimentação do Shopping Nova América, incrivelmente lotada. Não há como não ficar fã!
No set list do Bar do Tom, músicas como Twist and shout, Help, I feel fine, A hard day's night, I wanna hold your hand, Heres comes the sun, She loves you e várias outras foram acompanhadas pelo público, em coro entusiasmado; um incrível(!) solo de guitarra do músico André Filho em While my guitar gently weeps, de Harrison (com direito a aplausos e gritos da plateia); as brincadeiras descontraídas do vocalista Thiago Peguet e do baterista Xande Maio, entre música e outra, dando um toque de humor à apresentação; e surpresas como Band on the run (outra que animou o público) e Let me roll it, gravadas por Paul McCartney com os Wings, e até Time, do Pink Floyd, fizeram a alegria dos fãs.
Os músicos da Blackbird transpiram no palco (sempre), mas as apresentações ficam com um gosto de “queremos mais” (sempre).
Se você, amigo de Intervalo, ainda não conhece o trabalho da Blackbird Beatles Cover, visite a página da banda e verifique a agenda das próximas apresentações no link: Blackbird.
quarta-feira, 30 de março de 2011
IRON MAIDEN IN RIO: THE DAY AFTER
Com frequência nitidamente inferior, nas cadeiras e camarotes, em relação ao público de domingo (quando o show fora adiado pela queda de uma grade de segurança), o sexteto britânico apresentou as mesmas dezesseis músicas do show do Morumbi, em cerca de duas horas de rock furioso e muita adrenalina.
segunda-feira, 28 de março de 2011
SHOW DO IRON MAIDEN NO RIO DE JANEIRO É ADIADO
Francisco Filardi
domingo, 13 de março de 2011
VINIL, O FUTURO INCERTO
Há cerca de dois anos, a discussão sobre o retorno da comercialização de discos de vinil1 no mercado brasileiro voltou a pauta, com a reativação da única fábrica do produto na América Latina (a Polysom, sediada em Belford Roxo/RJ). Venho acompanhando opiniões de pessoas ligadas ao meio com interesse e um certo distanciamento, por isso arrisco-me a deixar aqui a contribuição de um leigo ao tema. - Quanto tempo o vinil resistirá ao barateamento de shows comercializados no formato blu-ray11?
- Ainda que a indústria fonográfica “mate” oficialmente o CD, a exemplo do que fizera com o vinil em 1997, a música deixará de circular de forma clandestina?
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
UM PENSAMENTO FEMININO...
diga: "Eu te amo, quero casar com você.
Quero ter filhos seus..."
Ele sairá cantando pneus.
(Rita Rudner)
Referência:
MCWILLIAMS, Peter. Quem acredita sempre alcança. Rio de Janeiro: Sextante, 2006. p. 75.
P.S.: O texto foi publicado pela editora com erros de português.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
EU ACREDITO
Os verdadeiros encontros humanos são como o cimento da construção da paz quando eles se tecem ao redor das questões fundamentais do respeito à vida, em toda a sua amplitude cósmica e tendo como horizonte a constituição de um legado de relações pacificadas para as gerações futuras. Ora, enquanto subsistirem no mundo as desigualdades e as injustiças que alimentam as rivalidades, os medos e a violência, não se pode falar de relações pacificadas. O que seria o terrorismo, hoje, senão um modo particularmente perverso de atacar os símbolos desse sistema opressor sem oferecer outra alternativa senão a morte e a destruição?
Hoje, os desafios são imensos e, mais do que nunca, torna-se urgente encontrar pistas viáveis Essas pistas existem, como filigranas, mas são pouco colocadas em evidência. Assim, mesmo que faixas significativas da população estejam em busca de sentido e de valores, o que circula, por força da publicidade e do reino do dinheiro, está conseguindo forjar uma cultura do "ter" em lugar da cultura do "ser". Mas, ao mesmo tempo e em muitos lugares, reconhecemos a existência de relacionamentos humanos respeitosos dos valores da vida e dignidade, de paridade e de responsabilidade. Testemunho disso são as inúmeras associações que defendem os direitos humanos, os direitos econômicos e sociais; as que lutam contra a tortura, as que trabalham por um desenvolvimento humano, movidas seja pela fé ou pelo sentido sagrado da vida.
Percebo, cada vez mais, a construção da paz por um caminho transversal que permite abordar todas as condições que tornem a paz possível e durável. De fato, para além de uma ausência de conflito armado, ou de violência mais ou menos cega, trata-se de estabelecer as regras de convivência entre os humanos e entre os humanos e o seu ambiente, de maneira a levar em conta todos os aspectos da vida e de sua valorização.
Sem dúvida, isso supõe um trabalho de cada um consigo mesmo, tanto quanto no interior dos coletivos atuantes, sobre as diferentes dimensões da vida em sociedade, sejam elas culturais, espirituais, sociais, econômicas, políticas ou psíquicas. Implica, portanto, comprometer-se desde agora e ousar construir projetos que considerem todas essas dimensões.
Nessa grande estrada, feita por todos, cada pedrinha cimentada é importante. Eu acredito.
Henryane de Chaponay




