terça-feira, 20 de outubro de 2009
LEITURA RECOMENDADA
Intervalo recomenda:
- 1984 - George Orwell
- A revolução dos bichos - George Orwell
- O homem à procura de si mesmo - Rollo May
- O desaparecimento da infância - Neil Postman
- Experiências de quase morte e o dom da vida - Phillip L. Berman
- A zona morta - Stephen King
- Os sete minutos - Irving Wallace
WINDOWS SEVEN STARTER EDITION APRESENTA PROBLEMA...
O colunista de O Globo, Abel Alves, especialista na área de informática, publicou na edição de ontem do Globo Digital um comentário sobre as versões Starter Edition, Home Basic, Home Premium, Professional e Ultimate.
No que se refere a Starter Edition, que virá instalada de fábrica em alguns modelos de desktops e notebooks, é bom ficar de olho. Abel afirma que essa versão virá com uma série de restrições, dentre elas a impossibilidade de usar a interface Aero (que permite ícones em 3D, transparência nas barras, janelas translúcidas) e até reproduzir filmes em DVD! Esta versão, Abel não a recomenda e sugere um upgrade para a versão Home Basic ou Premium.
sábado, 17 de outubro de 2009
CANAL DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO YOUTUBE
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
VOCÊ AINDA CLICA EM LINKS DE E-MAILS?

Recentemente, os jornais de grande circulação voltaram ao tema do SPAM, as mensagens indesejáveis no correio eletrônico. Nos últimos meses, Barack Obama, vírus AH1N1 e Michael Jackson estiveram no topo da lista de preferências dos "spammers", oportunistas que se aproveitam da incontida curiosidade dos internautas para espalhar notícias falsas (algumas destas rolam há anos na rede) e instalar códigos maliciosos que exploram as vulnerabilidades da máquina para furtar informações sensíveis (dados de contas bancárias, senhas, documentos etc).
Se você recebeu algum e-mail de órgão público, jogue-o direto na lixeira. E de banco solicitando recadastramento de conta? Idem. Scrap de Orkut? Nem pensar!
O SPAM representa algo em torno dos 90% das mensagens de e-mail enviadas em todo o planeta e a irresponsabilidade dos receptores é uma das principais causas da multiplicação dessa praga que nada tem de "virtual". Por que "irresponsabilidade"? Porque na maioria dos casos os usuários colaboram com o spammer/invasor: repassam as mensagens sem confirmar a sua legitimidade. Isso ocorre muito com fofocas sobre celebridades, ofertas tentadoras de ganhos financeiros e páginas clonadas das grandes lojas de comércio eletrônico.
Se você deseja se proteger, a primeira regra é: não repasse e-mails, a menos que tenha confirmado o teor; segunda: mantenha o sistema operacional atualizado; terceira: mantenha o antivírus atualizado (caso o seu sistema operacional seja o Windows); quarta: instale um firewall, um antitrojan e outros mecanismos de identificação e proteção contra ataques; quinta: leia publicações segmentadas sobre informática.
Lembre-se: quanto mais informado, melhores as condições de proteção. Não dissemine mensagens de SPAM.
OBRIGATORIEDADE DO VOTO SERÁ TEMA DE DEBATE EM BRASÍLIA
Para participar gratuitamente, os interessados deverão se inscrever pela internet até o dia 22/10, no link Inscrições no site ESMPU. No dia do evento, só serão aceitas inscrições no local se houver vagas disponíveis. São 110 vagas abertas ao público. Haverá sorteio eletrônico na hipótese de o número de interessados superar o número de vagas. Os participantes receberão certificado. Informações: cau@esmpu.gov.br
domingo, 11 de outubro de 2009
WINDOWS X LINUX: O JOGO ESTÁ VIRANDO...
Em maio deste ano, a Fundação Getúlio Vargas de São Paulo divulgou os resultados de sua pesquisa anual sobre mercado brasileiro de informática e uso nas empresas.
Segundo o apurado, há 56 milhões de computadores em uso no Brasil, considerando os ambientes doméstico e corporativo. A Microsoft domina as estações de trabalho nas empresas, com o sistema operacional Windows, o navegador Internet Explorer e a suíte de escritório Office, com 92% de alcance. Já o Linux atinge a marca de 19% de participação nos servidores corporativos.
O que há de relevante nesses percentuais?
Antes de responder a questão, destacarei algumas vantagens e desvantagens no uso desses sistemas operacionais e também as razões que levam os usuários a preferir um ao outro. Os dados abaixo foram colhidos em uma breve pesquisa junto aos meus correspondentes e também a partir de minha experiência com esses sistemas.
POR QUE AS PESSOAS USAM WINDOWS?
- vem instalado na esmagadora maioria dos computadores domésticos (desktops) e computadores portáteis (notebooks);
- interface amigável e facilidade de configuração;
- ampla compatibilidade com periféricos.
DESVANTAGENS DO WINDOWS
- instabilidade (conflitos de software, funcionamento errático, "bugs" - travamentos, "tela azul da morte");
- preço elevado do sistema operacional leva usuários a optar pela cópia contrafeita (não autorizada), sem garantia para o produto e para a segurança de dados pessoais;
- a suíte de aplicativos de escritório (Microsoft Office) é comercializada separadamente do sistema operacional, também a preço elevado;
- além de inacabado, com falhas críticas de segurança que o deixam exposto aos chamados "malwares" (vírus, cavalos de tróia, worms, bots e outras pragas), o Windows é uma plataforma “paquidérmica”, que exige demais do hardware a cada versão.
POR QUE AS PESSOAS NÃO USAM LINUX?
- desconhecimento do sistema operacional;
- ostensiva campanha de marketing favorável ao Windows;
- restrito número de publicações segmentadas sobre o Linux;
- o usuário teve contato com alguma distribuição Linux, mas não se interessou no uso por considerá-la “difícil”;
- o usuário teve contato com uma distribuição Linux não recomendada para iniciantes (a exemplo do Slackware).
VANTAGENS DO LINUX
- sistema operacional completo, com suíte de aplicativos de escritório e vasto repositório de programas integrado ao sistema operacional, totalmente gratuito, livremente distribuído e operacionalizável em qualquer idioma;
- interface gráfica amigável e próxima do Windows, o que, em tese, facilita a migração;
- roda em qualquer computador, inclusive em máquinas antigas;
- a maioria dos aplicativos e programas que rodam no Windows encontra correspondentes no Linux;
- estabilidade, praticidade e funcionalidade;
- sistema livre da “neurose” provocada pelo combate às pragas virtuais;
- ampla documentação e mecanismos de orientação aos usuários oferecidos pelas comunidades desenvolvedoras, como fóruns, e-mails, canais de chat etc.
DESVANTAGENS DO LINUX
- incompatibilidade com determinados periféricos (impressoras, scanners, leitores de códigos de barra etc);
- algumas instruções são feitas por comandos no terminal (como no DOS);
- os fabricantes de periféricos compatíveis com Linux não fazem referência ao sistema operacional em seus manuais de produto, como a HP, por exemplo.
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
É claro que existem outros prós e contras de ambos, mas o objetivo aqui não é determinar qual o melhor sistema operacional. O melhor sistema é aquele em que o usuário se sente confortável em usá-lo. Não existe “o melhor” nem “o pior”, nem “o mais fácil” nem “o mais difícil”. Mas as máximas "o barato sai caro" e "o caro é sempre melhor" não se aplicam à oposição Linux X Windows.
É preciso muito cuidado quando ouvimos falar em Linux, porque esta é, grosso modo, uma “designação genérica”. Sem adentrar pela explicação técnica, há mais de cem distribuições Linux, sejam estas primitivas ou derivadas, desenvolvidas em todo o mundo – só no Brasil há cerca de vinte, cada qual com características e particularidades próprias. Alguns dos leitores já ouviram falar em Red Hat, Slackware, Fedora, Open Suse e sabem se tratar das mais tradicionais e longevas distribuições Linux. Mas há que se dizer que algumas destas não são recomendadas para iniciantes enquanto outras facilitam muito a migração (desde que o leitor se predisponha a “mergulhar” no aprendizado do sistema).
Se os leitores ficaram desanimados em saber que terão de recomeçar praticamente do zero, faço-lhes outra pergunta: o quê havia antes do Windows? DOS (Disk Operating System). Lembram? E antes dos DOS? Basic, Cobol, Fortran. Lembram? E antes disso? Não lembram? Para os usuários domésticos, o limbo. Ou seja, antes da revolução proporcionada pelo sistema operacional da Microsoft (o Windows 3.1 no caso), os usuários tiveram que se adaptar a uma nova realidade, ou seja, tiveram que aprender a operar o sistema. Logo, julgar que o Windows “é mais fácil” se trata de uma ótica limitada e distorcida.
Então, por que não se permitir aprender a trabalhar com um sistema que lhe pode oferecer praticamente tudo, sem custo, com segurança, estabilidade e confiabilidade?
Vamos agora voltar à questão inicial: o que há de relevante nos percentuais apresentados na pesquisa da FGV-SP?
A esmagadora participação do Windows nas estações de trabalho encontra explicação no tom agressivo e quase monopólico das relações comerciais da Microsoft. Conforme citado, a maioria dos computadores e notebooks saem de fábrica com o Windows instalado. Isto quer dizer que resistir a esse estado de coisas deve partir da vontade do usuário e não da do mercado. O cerne da questão é que o mercado atua diretamente sobre a enorme dificuldade dos usuários em abandonar sua “zona de conforto”, o que os faz seguir a cartilha religiosamente, tornando-os “reféns”. Um exemplo é que a Microsoft, entre outras decisões, obriga o proprietário, seja do sistema operacional seja da suíte de aplicativos de escritório, a contatar a empresa para "ativá-los". E os usuários desses softwares consideram a prática “natural”. Mas a lógica de uma prática “natural” não seria considerar que o proprietário é aquele que detém 100% de decisão sobre o bem apropriado?
Já os 19% de participação do Linux nos servidores merecem destaque por uma razão específica: servidores são os principais alvos dos “crackers”, os invasores de sistemas. Pode não parecer, mas esses 19% são extremamente significativos, porque indicam uma curva ascendente em relação às pesquisas anteriores.
Governos estaduais, como o do Rio Grande do Sul, e órgãos públicos a exemplo do TSE (com as urnas eletrônicas utilizadas nas Eleições 2008) passaram a utilizar o Linux por sua segurança e também pela vantajosa relação custo X benefício (visitem o Portal Software Livre e leiam sobre as políticas de incentivo do governo federal ao uso do software livre).
Se por um lado o Windows é prático e bonito, por outro o Linux é estável e seguro (e não menos bonito). O maior desafio, independente da decisão de manter ou migrar de sistema operacional, será o usuário se conscientizar de que não basta a ele ser usuário. Ele deverá manter-se “íntimo” da máquina de tal modo que compreenda o seu funcionamento como um todo. Trata-se de um princípio elementar: quanto maior o conhecimento agregado, melhor o domínio sobre as contingências.
A MINHA EXPERIÊNCIA
Na edição de abril deste ano da Revista INFO Exame, li o texto “Virei fã do Ubuntu” de John Dvorak, no qual o articulista elogia o sistema. Como já há algum tempo buscava uma alternativa viável de sistema operacional, adquiri “O livro oficial do Ubuntu”, baixei cópia do sistema na internet e “caí dentro”. Desde que comecei a “xeretá-lo”, em maio, tornei-me não só um entusiasta, mas fã do sistema. Minha adaptação até foi rápida. Em três meses já o estava utilizando com certa desenvoltura. É claro que o começo não foi fácil. Não foi só questão de me adaptar a um novo sistema, mas a toda uma terminologia e também às particularidades do seu funcionamento. E como todo processo de aprendizagem requer continuidade, venho pesquisando, buscando e apanhando. Mas aprendendo. E tão importante quanto, encontrei um caminho: Windows nunca mais.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
TÍTULO DE ELEITOR PODE SER REQUERIDO PELA INTERNET
CNH VOLTA A SER ACEITA PELO TRE
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O PERIGO IMINENTE
Fato: Entre maio e julho de 2009 a Microsoft rastreou na internet computadores de uso pessoal com Windows XP e instalou, sem o consentimento dos usuários, um microprograma chamado WGA que, logo na inicialização da máquina, solicitava a legalização do Windows por meio de um link inserido no programa, caso a cópia do Sistema Operacional fosse a não autorizada;
Fato: Em junho de 2009 a Microsoft anunciou, sob o título provisório de “Project Natal”, uma nova forma de interação do usuário com o console de videogame fabricado pela empresa, o Xbox360. O “Project Natal” é um aparelho que, conectado ao console, escaneia o espaço físico e permite ao sistema a identificação do perfil biométrico do jogador;
Fato: Em julho de 2009 a Amazon.com apagou arbitrariamente dos aparelhos “Kindle” (“e-books” ou livros eletrônicos fabricados pela própria Amazon), já adquiridos por usuários, os livros “1984” e “A revolução dos bichos”, ambos de George Orwell. Embora Jeff Bezos, CEO (Chief Executive Officer) da Amazon.com, tenha-se desculpado publicamente, a atitude causou um tremendo arranhão à imagem da empresa;
Fato: Nas eleições de 2008, os municípios de Fátima do Sul/MS, Colorado do Oeste/RO e São João Batista/SC foram pioneiros no uso de urnas com identificação biométrica do eleitorado. A previsão é de que em, no máximo dez anos, todos os municípios brasileiros utilizem essa tecnologia.
O que esses fatos têm em comum?
Eric Arthur Blair escreveu, em 1948, um de seus livros mais instigantes. Neste, criou uma sociedade totalmente controlada pelo Estado, onde o direito à privacidade era aniquilado por um regime ditatorial. Todos os cidadãos eram permanentemente vigiados num espaço onde a mente livre era considerada crime. A opressão absoluta era a cruel expressão do poder pelo poder. E a esse mecanismo de patrulhamento ideológico deu-se o nome de “Grande Irmão” (Big Brother).
George Orwell não era tão somente um opositor ferrenho dos regimes totalitários. Era um visionário. “1984” foi publicado há exatos 60 anos (1949) e projetava uma sociedade caótica dominada pela cultura do medo e da desconfiança. O mesmo medo e desconfiança com que devemos analisar o conjunto de fatos acima descritos.
Que leitura podemos fazer acerca desses “sinais”?
“E ela [a besta] põe a todas as pessoas sob compulsão, pequenos e grandes, e ricos e pobres, e livres e escravos, para que dêem a estes uma marca na sua mão direita ou na sua testa, e para que ninguém possa comprar ou vender exceto aquele que tiver a marca, o nome da fera ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria: Quem tiver inteligência calcule o número da fera, pois é número de homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”.
Esta passagem, transcrita do Livro das Revelações, ou o Apocalipse de João, último livro do Novo Testamento, descreve uma nova ordem mundial cujo cenário encontra paralelo na sociedade hodierna.
Nestes tempos em que se populariza a miniaturização eletrônica (chips) e proliferam-se os fanáticos ortodoxos (fatalistas), difícil é identificar quem ou o quê é a “besta” bíblica. Mas é fato que as escolhas políticas e econômicas da humanidade nas últimas décadas indicam uma tendência ao totalitarismo descrito por Orwell. Se você, leitor, acha exagero, responda o seguinte:
Que razão nos leva a confiar dados pessoais e documentos à “nuvem cibernética”, se podemos mantê-los em nossos computadores pessoais (os terabytes de capacidade nos atuais Hds não nos serão suficientes)?
Por que empresas como Microsoft, Google, IBM, Amazon, Apple e HP, entre outras, montam extensos bancos de dados de usuários, incluindo sites que visitam frequentemente e seus hábitos de consumo? Que outras informações essas empresas coletam?
Qual o verdadeiro intuito por trás da radical decisão da Amazon.com? E por que a decisão envolveu justamente as duas obras mais polêmicas de Orwell?
O que rola nos bastidores do “Project Natal” da Microsoft? De que maneira a empresa utiliza os perfis biométricos dos usuários? Será tão somente para um “videogame”? Ou essas informações são negociadas para finalidade diversa?
A identificação biométrica está aí para garantir a segurança de quem? Nossa ou do “sistema”? O que há por trás dessa suposta “segurança”? A criação de um “Grande Irmão”, à semelhança de Orwell? Por que o “sistema” deseja nos “conhecer”?
Ao navegar na internet, você pode garantir que seus dados pessoais sensíveis estão 100% seguros? Por que são desenvolvidos tantos “malwares” (vírus, cavalos-de-tróia, bots, spywares, worms etc)? Apenas para danificar computadores? Apenas para furtar senhas e números de cartões? Apenas para furtar identidades? Ou para saber detalhadamente quem você é?
O que as empresas sabem a seu respeito? Você está ciente de que seu nome, endereço, e-mail e telefones já circulam livremente na grande rede?
Para que você acha que serve o Orkut (e similares)? Apenas para localizar e “brincar” com seus amiguinhos?
Pois bem. Há pessoas que afirmam não fazer compras pela internet porque têm medo de disponibilizar o número de seus cartões de crédito na rede. Trata-se de uma grande tolice, porque todos os anos essas mesmas pessoas fornecem, por meio digital, dados pessoais ainda mais significativos que meros números de cartões de crédito: suas declarações de imposto de renda. E ainda que esses dados sejam encaminhados à Receita pelos bancos federais, de que maneira os receptores manipulam esses dados? Para quem os repassam?
Como podem perceber, a questão é complexa. O fato é que “nuvem cibernética”, “Project Natal”, coleta de informações pessoais, identificação biométrica, invasão de privacidade e de propriedade, todos esses elementos são expressões manifestas do “Big Brother” de Orwell na sociedade atual.
Com a evolução da tecnologia, num futuro próximo não haverá lugar no planeta onde possamos nos esconder. Se você acha que isso é coisa de ficção científica, lembre-se de que há 60 anos os textos de George Orwell eram considerados ficção. Uma ficção que a ciência transformou em realidade.
sábado, 19 de setembro de 2009
IBM VENDE MICROS RECONDICIONADOS
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
RECEITA FEDERAL PERMITE REGULARIZAÇÃO DE PENDÊNCIAS DO IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA PELA INTERNET
O novo extrato da declaração, verificável por código de acesso ou certificação digital, detalha as pendências e dá as dicas do necessário para regularizá-las. O serviço permite também acompanhar o pagamento do imposto devido (para aqueles que têm imposto a pagar), alterar o número de cotas, identificar problemas no depósito da restituição e outras situações.
A ferramenta está disponível em Receita Federal. No lado direito da tela, há um menu. Procure por "Extrato da DIRPF" e siga as instruções para a obtenção do código de acesso e demais procedimentos.
sábado, 12 de setembro de 2009
BIENAL DO LIVRO... SEM SURPRESAS
A XIV Bienal Internacional do Livro começou na última quinta-feira, dia 10/09, sem novidades em sua estrutura. Os estandes, de modo geral, estão simples, sem o requinte de outras edições.
Notamos também a ausência de algumas editoras, como a Irmãos Vitalle, especializada em livros musicais, da Fábrica de Livros do SENAI Artes Gráficas-RJ, com seu trabalho de impressão por demanda, e também da Conrad, tradicional no segmento de quadrinhos.
De modo geral, os preços dos livros para adultos não compensam o passeio, pois seguem o tabelamento. Há um desconto no valor do ingresso (R$12,00 a inteira ou R$6,00 a meia) ou do estacionamento (R$12,00), para compras acima de R$50,00 no mesmo estande, desde que este seja participante da promoção.
Já para a turminha miúda, várias editoras oferecem livrinhos abaixo de R$10,00. A Editora Globo, que nesta edição do evento divulga o trabalho do cartunista Ziraldo, lança 22 livros infantis. Para quem gosta de Monteiro Lobato, a editora oferece “Caçadas de Pedrinho” a apenas R$4,50.
E por falar em novidades, a FTD enriquece a Bienal com uma série de livros voltada ao público infanto-juvenil e autores do calibre de Sylvia Orthof com "A Rainha Rabiscada”, Walcyr Carrasco com sua adaptação para o clássico “A Megera Domada”, de William Sheakspeare, e também a fantástica Ana Maria Machado com a edição renovada de “Palavras, Palavrinhas & Palavrões”.
Já a Comix aposta nas edições antigas de suas revistas em quadrinhos, para zerar o estoque (encalhe) e agradar os colecionadores.
A Bienal do Livro segue até o próximo dia 20/09. Informações sobre o evento estão disponíveis no site BIENAL DO LIVRO.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
PROFESSORES... ESSES PECADORES
Ao longo de minha vida acadêmica, tive vários professores: os bons, os muito bons, os excelentes, os hilários, os extraordinários, e também os ordinários, os intratáveis, os cretinos, os antipáticos, os ruins, os péssimos e os sem cotação (a lista de predicados é longa, mas estes me bastam).
Mas sem cotação mesmo era a declaração daqueles que, logo no primeiro dia de aulas, disparavam: - "Eu não dou dez para ninguém!".
Essa forma de “apego”, como se a nota dez fosse de propriedade privada, assemelha-se à malcriação de moleque birrento, mimado, egoísta. Mas deixemos de lado esta primeira impressão e analisemos algumas leituras possíveis para a assertiva.
É provável que esse professor, orgulhoso e cheio de si, tenha sido um aluno medíocre na carreira – o qual, jamais tendo conquistado uma nota máxima e valendo-se da sua atual condição (em que se considera “superior”), acha-se no direito de "descontar" a sua fraca competência no corpo discente, uma atitude rasteira e igualmente medíocre; é provável que esse professor desconheça a soberba como um dos pecados originais e também que o distanciamento entre professor e alunos não traz benefício a qualquer das partes – ao contrário, desperta sentimentos nocivos nestes como o ódio (outro pecado) e o desinteresse; é provável também que esse professor esteja no lugar errado, se considerarmos que o mesmo possa ser ocupante de cargo em privilegiados escalões da esfera pública - o que reduziria o exercício do magistério a mera "complementação de renda"; é provável também que esse professor ame o magistério, mas necessite de curso intensivo de relações interpessoais (ou de psicólogo, o que não garantiria progresso algum em ambos os casos); é provável, também, que esse professor não esteja no pleno gozo (com o perdão do trocadilho) de suas faculdades sexuais ou mentais; e, para não nos estendermos, é provável que esse professor seja mesmo de má índole, sádico por natureza e, portanto, um enfermo crônico. É claro que há outros “n” motivos, mas estes me bastam...
A nota, elemento de mensuração nas avaliações escolares e acadêmicas, deve corresponder ao princípio da meritocracia. Se o aluno demonstra (ou não) disciplina, aplicação, vontade e curiosidade pelo saber, nada mais evidente e justo que nota compatível com sua postura lhe seja atribuída, seja esta qual for. Competência não é ofensa. E boa nota não é favor. É decorrência do esforço comum: trabalho de um, estudo de outro.
A nota dez, em especial, deve valer à glória de ambos, do professor e do aluno, pelo atingimento de uma meta, pela comunhão de interesses, pela superação das adversidades, pela satisfação do dever cumprido. E não um mero instrumento de sentimentos indomados (como a vaidade e o orgulho) de profissionais que não sabem ou não conseguem separar o pessoal do profissional, nem se desvencilhar de dramas pretéritos ou conviver com as próprias limitações.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
DETRAN ALTERA CARTILHA
As novas orientações, lançadas em julho/2009, podem ser baixadas gratuitamente da página do DETRAN.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
TREs NÃO ACEITAM CNH E PASSAPORTE
Para requerer o título, consulte a documentação necessária junto ao Cartório Eleitoral mais próximo de sua residência.

