Rua Conselheiro Araújo, n° 168
Centro – Curitiba/PR
CEP 80060-230
Tel: (41)3262-0629
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Eleita uma das três melhores cantoras de jazz da atualidade pelas revistas DownBeat, Swing Journal e Jazz People, Ithamara Koorax se apresentará, às sextas e sábados de janeiro, no Bar do Tom. É a temporada de encerramento do tour em homenagem a João Gilberto, que rodou o Brasil e o mundo em 2011. O CD "Bim Bom" foi indicado ao Grammy e aclamado por jornais e revistas como New York Times, DownBeat, Jazz Hot, Jazz Journal, All About Jazz e All Music Guide. No show, Ithamara também mostrará músicas dos CDs "O Grande Amor" (lançado em 2011) e "Got to be Real", que sairá em março de 2012. Entre 2010 e 2011, a cantora rodou o mundo com a "Bim Bom World Tour", divulgando o CD que reverencia o grande mestre da Bossa Nova. Foram 87 shows no Brasil e 53 no exterior, e um disco aclamado pela crítica internacional. A temporada, no Bar do Tom, será de 1° a 28 de janeiro.
ESTREIA: 1° de JANEIRO (DOMINGO)
INGRESSOS:
RUA ADALBERTO FERREIRA, 32
Fone: (21) 2274-4022
CAPACIDADE - 350 LUGARES
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA - 18 ANOS
Entre os dias 05 e 09 de outubro, o BGS apresentou os principais lançamentos para o console Playstation 3, da SONY, e também para o XBox360, da Microsoft, que contou com um estande exclusivo, onde o sensor de movimentos Kinect e jogos como Forza Motorsport 4 foram os destaques. Os sensores de movimento, a propósito, fizeram muitos jogadores “balançarem o esqueleto” para dar vida às personagens de seus jogos favoritos. Foram espalhados vários aparelhos de TV em Full HD no espaço da feira, para um maior realismo dos jogos e melhor conforto para os entusiastas.
Outra grande novidade da BGS 2011 foi o lançamento do jogo Stock Car, exclusivo para computadores e totalmente produzido no país, pela Reiza Studios, com apoio das equipes e dos pilotos. Réplicas em tamanho natural dos carros dos pilotos Nonô Corrêa e Duda Pamplona foram introduzidas no evento.
Outro brinquedinho bacana apresentado na feira foi o AR Drone, um quadricóptero que percorreu uma área delimitada da BGS (cerca de 30m², próximo ao estande da GoHobby), e que atraiu olhares curiosos dos passantes. O AR Drone pode ser controlado tanto por um celular ou tablet, acessado pelo Android, Symbian, iPod touch, IPhone ou iPad, com aplicativos gratuitos. Confeccionado em fibra de carbono e pesando cerca de 420 gramas o brinquedo possui duas câmeras, nas partes frontal e inferior, bateria de polímero de lítio recarregável, sistema antivibração e linux integrado, além de outras especificações técnicas. Já vendeu cerca de 300 mil unidades em todo o mundo e foi vendido na BGS por cerca de 2 mil reais. Para saber um pouco mais sobre esse aeromodelo, acesse www.ardrone.com e assista aos vídeos no YouTube. Maneiríssimo!
Dentre os jogos à disposição dos visitantes da BGS 2011, citamos o aguardado Batman Arkham City (continuação do bem sucedido Batman Arkham Asylum), Fifa 2012 (EA Sports) e seu concorrente PES 2012 (Konami), Battlefield 3 (Dice/Electronic Arts), Uncharted 3 (Naughty Dog), L.A. Noire (Rockstar Games - com impressionante reprodução das expressões faciais humanas, num jogo ambientado nos anos 40) e F1 2011 (da Codemasters, especializada em jogos de corrida).
Para a garotada miúda, as novidades que mais despertaram a atenção foram os jogos “Happy Feet 2 – o videogame” (KMM Games) e a expansão bichos de estimação para o “The Sims 3 (Electronic Arts) .
A maior novidade, porém, é que a partir de 2012 o evento marcará presença também em São Paulo, iniciando a sua periodicidade bienal. A capital paulista receberá o evento entre os dias 11 e 14 de outubro do próximo ano. É anotar na agenda para conferir as novidades!
Francisco Filardi
Homenageada em 2010, no evento musical mais importante do País, a banda The Fevers foi convidada para participar da Festa Nacional da Música, de 17 a 20 de outubro, em Canela, no RS.
Quem assistiu à animação Kung Fu Panda, da Dreamworks, deve lembrar de uma tartaruga anciã, de ar bondoso, olhos cansados e jeito manso, que é uma de suas personagens marcantes: Mestre Oogway. A filosofia desse velho mestre fica evidente em dois de seus ensinamentos: o primeiro, não existem coincidências, obriga-nos a uma atenta releitura de nossa jornada e a aceitarmos os acontecimentos com naturalidade, não apatia. Não se trata de deixarmos as coisas ao sabor do vento ou de negligenciarmos o passado - porque não podemos mudá-lo, mas compreendermos holisticamente que há uma força sobrenatural, acima da nossa míope visão, a orquestrar os nossos passos, as nossas decisões. Basta que olhemos para tudo o que está ao nosso redor. O que somos hoje é resultado das nossas escolhas, das nossas experiências, das nossas trocas; se escolhemos bem, se escolhemos mal, arcaremos com o ônus da escolha.
Buscamos soluções para o que a vida nos oferece, mas tendemos a enxergar os problemas como ameaças e, erroneamente, a achar que o poço do sofrimento não tem fundo. Mergulhamos de cabeça no (nosso) abandono e tentamos entender o porquê de tudo. Isso não nos cabe, nem o momento. Só adiante, essa força extraordinária, a que chamamos Deus, coloca à nossa frente a resposta: uma pessoa, uma razão. O tempo é o melhor remédio, dizia vovó.
Devemos estender um olhar carinhoso sobre a nossa história de vida, rica em sentimentos, emoções e experiências, para seguirmos em frente. É o que nos engrandece e nos impele à mudança. Um aprendizado. Afinal, aquele que não muda COM a mudança, será mudado POR esta. Eis, a propósito, a correlação com o segundo ensinamento de Oogway: O passado é história; o futuro é um mistério; e o presente é uma dádiva: por isso se chama presente.
A poesia da personagem nos faz entender o passado como uma escola incomparável; ensina-nos a mirar e a projetar o futuro com olhares cobiçosos e a convicção de dias melhores. Deixa-nos a semente a ser cuidada. No entanto, é ao presente a que devemos atribuir maior importância. Porque problemas podem ser oportunidades e realizá-las será uma bênção.
É preciso renascer das cinzas, qual fênix, e beijar o presente com respeito, tesão e vontade. Eu não tenho medo.
Francisco Filardi
CORROSÃO
(versos para uma estranha)
Houve um tempo em que o sol
resplandecia e as flores desabrochavam
a exalar o aroma da certeza.
O futuro estava em toda esquina.
Tempo em que o sonho era um delírio:
atraente mistura de enlevo e abraço
a acalentar-nos em suave torpor.
(Era seguro caminhar por entre as nuvens).
Mas esse era um pretérito imperfeito,
terreno movediço que nos engolia:
câncer a devorar-nos o corpo,
rotina a corroer-nos a alma.
Em verdade, o pretérito é mais-que-imperfeito,
um subjuntivo que nos desatina o presente.
Somos estranhos com tantos “se” e “porquês”,
Fomos estranhos como duas paralelas...
Daí a intensidade do estilhaço,
a lâmina fria da indiferença (tua),
o calor ácido da discussão (nossa),
a verdade (crua), a ânsia trêmula,
o rasgo, vaso que se rompe:
a agonia, a morte, o nada.
O que me resta são paredes vazias
e as migalhas do (teu) pão
que não mais desejo comer.
01/10/2011
A Disneynature dá vida ao Rei Leão em sua mais recente aventura da vida selvagem, Reino dos Felinos, que conta as fantásticas histórias dos reis da savana africana. Dirigido por Alastair Fothergill (Terra) e Keith Scholey, o filme captura o amor, o humor e a determinação verdadeiros dos majestosos felinos, entre eles: Mara, a filha de uma leoa ferida, porém determinada; Sita, uma corajosa guepardo, mãe solteira com cinco filhotes recém-nascidos, que tenta fazer do lugar mais selvagem da Terra o seu lar; e Kali, um leão que foi banido de seu bando e retorna com os filhos para retomar o seu lar. Uma incrível aventura que mescla intimidade familiar com poder e perspicácia naturais, Reino dos Felinos tem lançamento exclusivo Cinemark, em 26 de agosto de 2011.
· Reino dos Felinos é o terceiro lançamento da Disneynature, o novo e primeiro selo cinematográfico Disney dos Estúdios Walt Disney em mais de 60 anos. Lançado em abril de 2008 para reunir os melhores cineastas da natureza do mundo e capturar uma variedade de assuntos e histórias da vida selvagem, a Disneynature é responsável por Terra e Oceanos.
· Terra, o primeiro filme a estrear nos EUA sob o novo selo, no Dia da Terra em 2009, foi recordista de bilheteria no fim de semana de lançamento para um documentário sobre a natureza.
· Com estreia nos cinemas em 22 de abril de 2010, Oceanos ficou em primeiro lugar no dia do lançamento e foi a terceira maior bilheteria de estreia de todos os tempos para um filme sobre a natureza. Oceanos é o terceiro maior faturamento de um longa-metragem sobre a natureza da história.
· Walt Disney foi pioneiro na realização de documentários sobre a vida natural, tendo produzido 13 longas-metragens entre 1949 e 1960, incluindo Seal Island (1949), Beaver Valley (1950), The Living Desert (1953) e Jungle Cat (1958). Os filmes ganharam oito prêmios da Academia®.
Chegando nos cinemas em 2011, Reino dos Felinos mostra o amor, o humor e a determinação dos reis da savana africana: Mara, a filha de uma leoa ferida, porém determinada; Sita, a corajosa guepardo, mãe solteira de cinco filhotes recém-nascidos; e Kali, um leão que foi banido de seu bando e retorna com seus cinco filhos para retomar o seu lar.
Fonte: assessoria de imprensa
26 de agosto de 2011 – A versão inteiramente nova em 3D chega aos cinemas do Brasil pela primeira vez
28 de setembro de 2011 – Disponível em Blu-ray™ Alta Definição e Blu-ray 3D pela primeira vez no Brasil
Simba, Mufasa, Nala, Timão e Pumba estão de volta e estão melhores do que nunca: “O Rei Leão” chegará aos cinemas e aos lares em 3D. Vencedor do Oscar® e do Globo de Ouro®, o clássico de animação ficará em cartaz nos cinemas por duas semanas a partir de 26 de agosto de 2011, e será exibido nas telonas em Disney Digital 3D™ pela primeira vez. A aguardada estréia em Blu-ray™ de alta definição e Blu-ray 3D™ está marcada para 28 de setembro, celebrando o lançamento da Edição Diamante do filme.
“O Rei Leão é o filme mais vendido de todos os tempos − e este é O Rei Leão como nunca visto antes”, disse Bob Chapek, presidente de distribuição do The Walt Disney Studios. “O formato inteiramente novo em 3D mergulha o espectador em cenários épicos e o coloca cara a cara com os adorados personagens. Vamos apresentar um dos filmes favoritos da Disney de todos os tempos nos cinemas e disponibilizá-lo em Blu-ray de alta definição e em Blu-ray 3D – é um título imperdível e que todos têm que ter.”
Quase uma década depois que O Rei Leão apareceu na telona, o próximo lançamento cinematográfico convida novas gerações para o “Ciclo da Vida”. A exibição de duas semanas está planejada como um lançamento nacional amplo − o maior desde que o filme estreou em 1994 − e o primeiro lançamento do filme em 3D.
A estreia em Blu-ray™ marca a primeira vez que O Rei Leão estará disponível de alguma forma desde 2004. Com imagem e som límpidos de alta definição, o Blu-ray cria uma incrível experiência em casa com uma variedade de imagens e sons aprimorados, funções interativas e conteúdos de bônus, incluindo um novo conjunto hilário de animação.
O Rei Leão, quando lançado pela primeira vez em 1994, ganhou o Oscar® de Melhor Trilha Sonora Original (Hans Zimmer) e Melhor Canção Original (Elton John/Tim Rice “Can You Feel the Love Tonight”), e ganhou o Globo de Ouro® nas duas categorias, bem como na categoria de Melhor Longa-Metragem - Comédia ou Musical.
O filme inspirou um musical muito popular da Broadway, vencedor do prêmio Tony®, dirigido por Julie Taymor e com canções de Elton John e Tim Rice. A produção, que atualmente vem sendo apresentada em todo o mundo, tornou-se o musical que mais tempo permaneceu em cartaz na história da Broadway, em janeiro de 2011.
SOBRE O REI LEÃO:
Se você reside no Méier/RJ ou adjacências, não pode deixar de conhecer a OUTSIDE, loja de rock que oferece produtos variados, desde CDs, DVDs, LPs e publicações segmentadas a camisetas, baby looks e acessórios diversos (pins, buttons, correntes, braceletes, chaveiros, cintos e outros).
Depois que as empresas americanas Activision e Harmonix anunciaram, respectivamente, o cancelamento das franquias Guitar Hero e Rock Band, em fevereiro deste ano, os fãs dos jogos musicais pareciam ter ficado órfãos. Títulos da série Guitar Hero, como Aerosmith e Van Halen, mereciam edições mais bem acabadas, enquanto Led Zeppelin, Iron Maiden e Dio, que mereciam jogos exclusivos, não passaram de esperanças vazias.
De uma forma mágica e inusitada a história da menina Dorothy é contada e ilustrada através de um livro que leva o público a vivenciar grandes surpresas: a garota Dorothy é representada por uma oriental, o Homem de Lata por um legítimo inglês que tem um sotaque que traz uma graça toda especial ao seu personagem, o que torna mais divertida e engraçada a interação com a plateia. E ainda uma passagem de preto e branco para o colorido que faz com que as crianças vivam ainda mais esse sonho. Uma história que educa e tem seu lado ecológico onde em cada apresentação é plantada em cena uma mudinha de planta e doada para uma criança da plateia para que ela cuide com carinho. É interessante ressaltar que todo o cenário é feito de material reciclado como papelão e sucata, incentivando ainda mais a preocupação com a sustentabilidade e educação ambiental.
Os diretores Fernando Saba e Danilo Cianciarulo já dirigiram inúmeras peças, inclusive em parceria. E devido ao sucesso de suas montagens, decidiram somar suas características e experiências, convidando atores com quem já haviam trabalhado anteriormente e assim formaram o Grupo Teatral Babaganuche.
Sinopse:
Em uma pequena fazenda, Dorothy mora com seu tio e sua vida nada tinha de especial até que um misterioso furacão a leva para um lugar distante, um mundo mágico conhecido como “O Mundo de Oz”.
Dorothy e seu inseparável cachorrinho Totó encontram novas companhias: o Espantalho que sonha em ter um cérebro, o Homem de Lata que quer um coração e um Leão covarde que procura coragem. Juntos se tornam amigos e precisam encontrar o “Mágico de Oz” para que atenda aos seus pedidos e ao grande desejo de Dorothy de encontrar o caminho de volta para casa.
Adaptação: Fernando Saba e Danilo Cianciarulo
Direção geral: Fernando Saba
Assistente de direção: Danilo Cianciarulo
Elenco: Alda Monteiro Ribeiro, Barry Baker, Danilo Cianciarulo, Danyel Alves, Érica Suzuki e Fernando Saba.
Informações:
Temporada: Junho/Julho de 2011
Teatro Clube Helvetia - Av. Indianópolis, n° 3145 - Indianópolis
E-mail: contato@fernandosaba.com.br
Dias e horários: Sábados e Domingos, às 16h00
Ingresso: R$ 30,00 / R$ 15,00 (Meia)
Classificação indicativa: Livre
Enquanto a sociedade globalizada discute o aquecimento do planeta, a savanização da Amazônia, a iminente escassez de água e de alimentos, o desordenado crescimento das metrópoles, os índices alarmantes de violência e alternativas para o descarte de materiais inservíveis, entre outros assuntos não menos urgentes, paira no ar a sensação de que nós, cidadãos comuns, estamos longe de compreender os mecanismos que fazem mover os moinhos do mundo.
A avidez com que o homem atua no meio social, seja para a satisfação de necessidades, seja para o atingimento de objetivos pessoais ou organizacionais, deixa à mostra seu talento incomum para caminhar sobre terrenos movediços e desprezar o que põe em risco a sobrevivência da espécie e do planeta. Avidez é uma vontade desmedida que não tarda a transformar-se em fome.
“Você tem fome de quê?” – perguntam os Titãs, em “Comida”. A fome humana navega no submundo de seus interesses políticos, religiosos, culturais, econômicos, sociais e ideológicos, entre outros. Uma conveniência que o conduz pela trilha da insensatez e da irracionalidade, câncer que se ajusta à diretriz dos agrupamentos humanos através dos séculos: depende da intensidade do apetite e da oportunidade, não necessariamente do sabor da iguaria.
No que tange a essas particularidades (intensidade do apetite e oportunidade), o homem encontra no gafanhoto um paralelo à altura. Gafanhotos são consumidores vorazes; devastam nas lavouras o equivalente a 80% do seu peso, por investida. Imaginem o estrago causado por uma nuvem desses insetos. Nós, humanos, não somos diferentes. Consumimos com semelhante ímpeto e espantosa velocidade. Contudo, diferentemente dos gafanhotos, não nos alimentamos apenas para saciar a nossa fome orgânica, biológica. Sugamos a energia vital do que encontramos pela frente, para atender a uma demanda por poder.
Quando nos deparamos com fenômenos que atestam a fragilidade das nossas relações na grande teia social, a exemplo da contrafação (“pirataria”), do terrorismo, dos bolsões de pobreza, da favelização, do tráfico de drogas, da dizimação das comunidades indígenas e das reservas ecológicas, das práticas massacrantes do lucro pelo lucro, da lentidão do aparelho judiciário e do descaso das autoridades em relação ao que é justo, de fato, desconstruímos, tijolo por tijolo, o ideal de sociedade democrática. Potencializamos o seu caráter autofágico e, assim, afastamo-nos da nossa condição humana.
Talvez os efeitos desse “Você tem fome de quê?” se amparem nas deficiências históricas de nossa educação formal. Talvez. Mas o cerne primário da questão deriva do enfraquecimento dos elos afetivos e da ruptura da hierarquia familial, cujo efeito mais evidente é a inexistência de referências para a formação do caráter e para a construção do ser moral.
Quando um pai, ou mãe, não ensina aos seus filhos que as ruas são um bem público e que jogar lixo nas calçadas é uma questão de responsabilidade social (ação essa que repercutirá direta ou indiretamente na vida de outras pessoas, inclusive na delas próprias), esse pai, ou mãe, estará contribuindo para a perpetuação da praga dos homens-gafanhoto. Filhos tendem a herdar ou a absorver a atitude dos pais e/ou daqueles que lhes são próximos. Não havendo a noção de respeito e a imposição de limites, a situação foge do controle. E sem controle, essa praga, tal como a dos insetos, provoca um outro fenômeno - que atende pelo nome de caos social.
É improvável que a humanidade venha a corrigir as imperfeições de sua conduta moral, mas os efeitos da gafanhotização do homem podem e devem ser freados. Já maltratamos demais o planeta. Precisamos acreditar que nossa fome de viver poderá salvar a Terra e toda a complexa rede de estruturas vivas que a habitam. Não é difícil. E não nos custará tentar.