Esta é a macabra história do suicídio coletivo de 54 garotas, todas estudantes. Elas se atiram na frente do metrô, causando enorme comoção pública. Uma série de outras mortes de grupos espalhados por todo o país deixa a equipe do detetive Kuroda em pânico. Eles correm contra o tempo e as pistas mais atrapalham do que ajudam. Neste suspense de alto teor psicológico nada é simples como parece.
A recepção da crítica e do público a Suicide
Club (ou Jisatsu Circle), de Usamaru Furuya, é geralmente positiva, se comparado ao filme homônimo que a inspirou. O mangá
é elogiado por sua abordagem profunda e psicológica dos temas
sensíveis que apresenta.
O mangá, que foi criado a pedido do diretor
do filme, Sion Sono, mas com liberdade criativa para o autor, é
frequentemente considerado superior à versão cinematográfica por
oferecer uma narrativa coesa e personagens mais bem desenvolvidos.
Enquanto o filme tem uma abordagem mais fragmentada e de thriller
policial, o mangá foca nas angústias da adolescência de forma direta.
A história,
que segue a sobrevivente Saya e sua amiga Kyoko em busca de respostas
sobre os "clubes de suicídio", é descrita como envolvente, ágil e
impactante. A protagonista Saya é vista como uma personagem complexa,
"doente e vivendo no limite da dor".
O
traço de Usamaru Furuya é destacado por sua capacidade de variar entre o
belo e o grotesco, complementando a atmosfera perturbadora da história.
Devido aos temas gráficos e intensos, as
resenhas enfatizam fortemente que o mangá não é recomendado para pessoas
sensíveis ou menores de 18 anos, servindo como um potencial gatilho
para quem lida com problemas de saúde mental.
Em
resumo, Suicide Club é visto como um excelente mangá de terror
psicológico e social para leitores maduros que apreciam obras que
provocam reflexão, apesar de algumas críticas apontarem falhas menores
no roteiro, como elementos sobrenaturais dispensáveis.
FICHA TÉCNICA
fonte: Editora NewPOP

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