sexta-feira, 12 de abril de 2013

"ODEIO O DIA DOS NAMORADOS", NOVA COMÉDIA NACIONAL, ESTRELADA POR HELOÍSA PÉRISSÉ, TEM ESTREIA PREVISTA PARA 07/06/2013


O cartaz oficial do filme Odeio o Dia dos Namorados, a nova comédia de Roberto Santucci (diretor de “Até que a sorte nos separe” e “De Pernas Pro Ar”) já pode ser conferido pelo público. Estrelado por Heloísa Périssé, Marcelo Saback e Daniel Boaventura, o longa narra a história de Débora - uma publicitária durona que precisa criar uma campanha romântica, em pleno Dia dos Namorados. O problema é que o cliente é um ex-namorado. Ao mesmo tempo, Débora tem a oportunidade de rever sua vida com a visita inesperada do fantasma de um grande amigo.

Com roteiro de Paulo Cursino, o longa é uma produção da Glaz, em coprodução com a Miravista e distribuição da Buena Vista International. “Odeio o Dia dos Namorados” chega aos cinemas em 7 de junho.

SINOPSE

Débora, uma publicitária durona, precisa criar uma campanha romântica no Dia dos Namorados. Moleza, se ela não fosse a pessoa menos sentimental do mundo e se o cliente não fosse Heitor, ex-namorado que ela dispensou de forma humilhante. Em meio a esse desafio, ela recebe a inesperada visita do fantasma de seu amigo Gilberto, que tem a dura missão de amolecer seu coração de pedra, obrigando-a a rever sua vida e descobrir o que as pessoas pensam dela de verdade.

Sobre a GLAZ

Glaz é uma empresa especializada no desenvolvimento, financiamento e produção de entretenimento audiovisual, com foco em produzir histórias divertidas em projetos com grande apelo comercial e qualidade artística. Seus longa-metragens, animações e séries de TV são estrategicamente planejados para atingir o máximo de visibilidade e repercussão junto ao público.

Em 2013, além do lançamento em cinema da comédia "Odeio o Dia dos Namorados" e da animação infantil "Minhocas", a Glaz estreia duas produções em horário nobre na TV: a série “Historietas Assombradas (para crianças malcriadas)”, exibida pelo Cartoon Network, no Brasil e América Latina; e a sitcom “Vida de Estagiário”, na programação do Warner Channel do Brasil.

Sobre a Miravista

A Miravista é o selo da Buena Vista International para as coproduções na América Latina. O primeiro longa produzido pela Miravista, Ladies Night, estreou no México em 2003. No Brasil, a empresa já levou aos cinemas O Caminho das Nuvens, de Vicente Amorim; Viva voz, de Paulo Morelli; A Dona da História, Muito Gelo e Dois Dedos D’água e Primo Basílio, de Daniel Filho; O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, de Cao Hamburger; O Casamento de Romeu & Julieta, de Bruno Barreto; Jogo Subterrâneo, de Roberto Gervitz; Didi - O Caçador de Tesouros, O cavaleiro Didi e A Princesa Lili e O Guerreiro Didi e a Ninja Lili, de Marcus Figueiredo; A Máquina e Fica Comigo Esta Noite, de João Falcão; Caixa Dois, de Bruno Barreto; Inesquecível, de Paulo Sérgio Almeida; Chega de Saudade, de Laís Bodanzky; O Magnata, de Johnny Araújo; Polaróides Urbanas, de Miguel Falabella, A Mulher do Meu Amigo, de Claudio Torres, Quincas Berro D´água, de Sérgio Machado, O Bem Amado de Guel Arraes, Vida Sobre Rodas, de Daniel Baccaro e Qualquer Gato Vira-Lata, de Tomás Portella.

Sobre a Buena Vista International

A Buena Vista International é um braço de distribuição da The Walt Disney Company. Além de atuar como distribuidora, a empresa também está presente na América Latina produzindo conteúdos locais por meio de seus dois selos, a Patagonik Film Group, da Argentina, e a Miravista, para o restante do continente, principalmente Brasil e México.

fonte: assessoria de imprensa

CAIXA CULTURAL RIO LANÇA CATÁLOGO DE IVAN SERPA


Livro reproduz todas as obras da exposição em cartaz 
e traz texto inédito do curador Adriano de Aquino


A Caixa Cultural Rio de Janeiro lança, no sábado (20/04/2013), às 18h, o catálogo da exposição Olhar de artista: Adriano de Aquino lê Ivan Serpa. No mês em que faria 90 anos de nascimento e 40 anos de sua morte, Serpa é homenageado por sua trajetória plural e contribuição para a arte brasileira. Com 80 páginas, o livro reproduz, em mais de 100 imagens, todas as obras exibidas na mostra e traz texto inédito de Aquino. A exposição tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A curadoria de Aquino tem como ponto de partida um quadro da “Série Geomântica”, sem título, pintado em 1973. A obra não chegou a ser concluída por Serpa e, em catálogo, ganhou a inscrição “Inacabado” entre as suas descrições técnicas. Quando me deparei com a reprodução desse quadro, no livro, pensei que a pretensa condição de acabamento abarca somente a aparência das obras artísticas, enquanto objetos concebidos para fins mercantis. Inacabada é a condição categórica de toda obra de arte, assim como de todo o trabalho do Serpa, de tudo o que nos cerca, e também de todos nós, diz Aquino.

Sua seleção dá conta da pluralidade própria à obra do artista homenageado. Em vez de privilegiar um período da carreira de Serpa ou uma linguagem com que tenha trabalhado, a curadoria explora a multiplicidade de sua trajetória.

Olhar de artista

A exposição “Adriano de Aquino lê Ivan Serpa” marca a primeira edição da série “Olhar de artista”, idealizada pela Coletiva Projetos Culturais. O projeto convida artistas brasileiros para realizarem curadorias de exposições individuais de outros artistas, sejam eles contemporâneos ou não. A função conceitual, tradicionalmente consagrada aos curadores, é deslocada, privilegiando a produção crítica daqueles que praticam as artes visuais e, ao mesmo tempo, refletem sobre ela. A série reforça o caráter dialogal do campo artístico e os movimentos transversais que permitem o seu desenvolvimento.

SERVIÇO

Lançamento do catálogo  
Olhar de Artista: Adriano de Aquino lê Ivan Serpa

Data: 20 de abril de 2013 (sábado)
Horário: 17h.
Local: CAIXA Cultural RJ – Galeria 2
Endereço: Av. Almirante Barroso 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Entrada Franca
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Acesso para pessoas com deficiência
Programação completa: CAIXA Cultural

fonte: assessoria de imprensa

ESPETÁCULO "GREY GARDENS" TEM TEMPORADA NO RIO DE JANEIRO ESTICADA ATÉ 05/05/2013

As mulheres de Grey Gardens 
o musical
 
 Com Soraya Ravenle e grande elenco
                                                 Direção: Wolf Maya

 foto: Arthur Seixas


Elas costumam ser lembradas como as excêntricas tia e prima de Jacqueline Kennedy, mas a riqueza da história de suas vidas supera em muito o parentesco com a mais charmosa das primeiras-damas dos Estados Unidos. Edith Ewing Bouvier Beale (1895-1977) e sua filha, Edith Bouvier Beale (1917-2002), são as protagonistas de As Mulheres de Grey Gardens – o musical, peça multipremiada na Broadway que estreou em 15 de março no Rio, com direção de Wolf Maya e tendo Soraya Ravenle e Mirna Rubim à frente do elenco. Apresentado pela Eletrobras e pela Oz, com o patrocínio da Oi e apoio cultural do Oi Futuro, o espetáculo segue em cartaz, na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana, até dia 5 de maio.

Grey Gardens é a mansão de East Hampton, elegante balneário próximo a Nova York, em que Edith cria Edie (ou Pequena Edith) e seus outros dois filhos, Phelan Jr. e Bouvier (Buddy). Enquanto os irmãos mais novos conseguem, quando adultos, descolar-se da casa e da família, a primogênita fica presa à relação com a mãe, ambas com vocações artísticas que não concretizam. Edie tenta ser modelo e atriz em Nova York, na década de 1940, mas fracassa e retorna para nunca mais sair de Grey Gardens.

É um musical contemporâneo, adulto, sofisticado. Um musical dramático com personagens densos e uma história real. Uma tendência no novo formato do musical americano – e um desafio para todos nós, afirma Wolf, que volta aos musicais após 10 anos (desde “Garota glamour”, em São Paulo, em 2003), período no qual se dedicou aos trabalhos na TV Globo e à sua Escola de Atores, na capital paulista.

Grey Gardens é considerado o primeiro musical feito a partir do documentário de uma família, o filme homônimo realizado em 1975 pelos irmãos Albert e David Maysles. Tem texto de Doug Wright, melodias de Scott Frankel e letras de Michael Korie (vertidas para o português por Jonas Calmon Klabin, com versões adicionais de Claudio Botelho, numa direção musical de Carlos Bauzys e Daniel Rocha). Estreou em 2006 no circuito Off-Broadway, conquistando o prêmio de melhor musical do Outer Critics Circle. Christine Ebersole foi escolhida melhor atriz no Drama Desk, no Drama League Award e no Outer Critics Circle. Ela também ganhou o Tony, o principal prêmio do teatro americano, graças à temporada na Broadway entre 2006 e 2007.

A história também deu origem a um longa-metragem, lançado em 2009 e estrelado por Jessica Lange e Drew Barrymore, que também conquistou diversos prêmios, incluindo os Emmy de filme para TV e atriz (Lange), e os Globo de Ouro de filme para TV e atriz (Barrymore).

Na montagem brasileira, cabe a Soraya Ravenle a difícil tarefa de viver Edith, a mãe, no primeiro ato, que se passa em 1941, e Edie, a filha, no segundo, em 1973. O primeiro ato da peça acontece no dia do noivado de Edie (Carol Puntel) com Joseph Patrick Kennedy Jr. (Pierre Baitelli) – irmão mais velho do futuro presidente John Kennedy e morto na Segunda Guerra, em 1944. O esforço de Edith em ser o centro das atenções, ensaiando ao lado do pianista George “Gould” Strong (Guilherme Terra) números musicais para cantar, irrita seu pai, o major Bouvier (Sandro Christopher), e também sua filha, que acaba por perder o noivo, em quem Edith planta dúvidas sobre o casamento.

No segundo ato, três décadas depois, Grey Gardens está devastada, assim como suas duas moradoras, que não conseguem se desfazer da casa, de si mesmas, de suas frustrações e seus fantasmas. Quem se dispõe a ajudar as duas é o jovem vizinho Jerry (Danilo Timm), cuja atenção é disputada pelas duas Ediths.

Elas terem o mesmo nome já não é algo comum entre mulheres, destaca Soraya, em seu segundo musical norte-americano consecutivo (o anterior foi O violinista no telhado) após mais de 20 brasileiros, tendo interpretado artistas como Dolores Duran e Carmen Miranda. A relação mãe-filha é a matriz de todas as relações, mas, no caso delas, é uma simbiose doentia. Não cortaram o cordão umbilical. A peça expõe um drama humano: ninguém quer ficar sozinho.

Além de voltar a trabalhar com Wolf, que a dirigiu em Como se tornar uma super mãe em 10 lições (1998), Soraya diz que a atraiu no convite a possibilidade de contracenar pela primeira vez com Suely Franco, cuja atuação em Somos irmãs (1998) a deixou deslumbrada. Naquele espetáculo, sobre as irmãs cantoras Linda e Dircinha Batista, Suely também vivia uma relação familiar destrutiva.

Acho que Edith realmente inviabiliza o casamento da filha. E o segundo ato é o resultado do que acontece no primeiro. Edie tenta, mas não consegue ser ela mesma, diz Suely, experiente em trabalhos com Wolf na TV e em musicais. Adoro cantar e dançar.

A chegada de Grey Gardens no Brasil coroa os esforços de Jonas Calmon Klabin, que assistiu ao espetáculo na Broadway ainda nas pré-estreias, em 2006, e se apaixonou pela história. Em 2008, escreveu, produziu e dirigiu uma peça inspirada na saga das Ediths, Mistério na mansão: O caso da cantora cantonesa. Em 2011, comprou os direitos da peça de Doug Wright e iniciou as buscas para encená-la. A tradução do texto também é sua com Tatiana Aragão, versões adicionais de Claudio Botelho e colaborações de seu irmão Noé Klabin, Marya Bravo e Wolf Maya.

O espetáculo é uma realização da Oz e faz parte da programação “Rio Som e Cena - Todos pra Sala!”, projeto de residência artística da Burburinho Cultural na Sala Baden Powell.

O espetáculo conta com recursos incentivados pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e o patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro através da Lei do ICMS de Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, e com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

NOTAS

Baseado no filme “Grey Gardens” de David Maysles, Albert Maysles, Ellen Hovde, Muffie Mayer e Susan Froemke.

A premiere mundial off-Broadway de Grey Gardens ocorreu no dia 10 de fevereiro de 2006, produzido pelo Playwright Horizons, Inc. New York City.

A produção original da Broadway é assinada por East of Doheny, Staunch Entertainment, Randall L. Wreghitt/Mort Swinsky, Michael Alden, Edwin W. Schloss, todos em associação com o Playwright Horizons.

Grey Gardens foi desenvolvido com o apoio do Sundance Institute.


SERVIÇO

Local: Sala Baden Powell, Av. Nossa Sra. de Copacabana 360 – Copacabana
Telefone: (21)2255-1067
Horário: de quinta, às 20h, sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 19h
Ingresso: R$80,00-R$100,00 o inteiro **
Duração: 120 minutos (incluindo intervalo de 15 minutos)
Classificação: não recomendado para menores de 10 anos
Capacidade: 400 lugares
Gênero: musical
Metrô: estação Cardeal Arcoverde
Vendas online: Compre Ingressos
Informações: Grey Gardens

Temporada: até 05 de maio


FICHA TÉCNICA

Direção: Wolf Maya
Direção Musical: Carlos Bauzys e Daniel Rocha
Texto Doug Wright |Melodias Scott Frankel | Letras Michael Korie
Versão Brasileira: Jonas Calmon Klabin
Versões Adicionais: Claudio Botelho

ELENCO
Protagonista: Soraya Ravenle (Edith mãe primeiro ato e Edie ou Pequena Edith no segundo ato)
Elenco: Mirna Rubim (Edith mãe no segundo ato), Carol Puntel (Edie ou Pequena Edith no primeiro ato), Guilherme Terra (Gould), Sandro Christopher (Major Bouvier), Pierre Baitelli (Joseph Patrick Kennedy Jr, stand-in para Jerry), Jorge Maya (Brooks e Norman Vincent Peale), Danilo Timm (Jerry, stand-in para Joseph Patrick Kennedy Jr, Gould, Major Bouvier e Brooks) e as crianças Raquel Bonfante (Jaqueline Kennedy) e Sofia Viamonte (Princesa Lee) e Thuany Parente (stand-in para Edie ou Pequena Edith no primeiro ato, Jaqueline Kennedy e Princesa Lee).

ORQUESTRA
Regência: Juliano Dutra
Orquestra: Inah Kurrels (violino), Janaina Salles (cello), Levi Chaves e Marco Tulio alternando (palheta 1: flautim, flauta, flauta alto, clarinete e sax alto), Marco Moreira Chiquinho (palheta 2: clarinete, flauta, sax soprano, sax tenor e clarone), Naílson Simões (trompete e flugel), Waleska Beltrami e Priscila Viana alternando (trompa), Marcelo Farias (pianista), Raul d’Oliveira (baixo) e Tiago Calderano (bateria e percussão)
Músicos substitutos da orquestra: Anderson Pequeno (violino), Beto Bonfim (bateria e percussão), Gilberto Junior e Alex Freitas alternando (palheta 2: clarinete, flauta, sax soprano, sax tenor e clarone),  Orlando Walter (trompete e flugel) e Priscilla Azevedo (pianista)

EQUIPE DE CRIAÇÃO
Cenografia: Bia Junqueira
Iluminação: Luiz Paulo Nenen
Figurino: Marta Reis
Coreografia: Marcia Rubin
Designer de Som: Gabriel D'Angelo
Preparação Vocal: Mirna Rubim e Carlos Bauzys
Identidade Visual: Debora Bensusan e Tânia Grillo
Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti
Produção: Jonas Calmon Klabin

EQUIPE DE DIREÇÃO
Diretora assistente: Rafaela Amado
Assistentes de direção adicionais: Gustavo Klein e Lia Racy

EQUIPE DE DIREÇÃO MUSICAL
Copista e editoração: Daniel Rocha
Programação de teclados: Heberth Souza
Pianistas ensaiadores: Marcelo Farias e Priscilla Azevedo

EQUIPE DE VERSÃO E TEXTO
Tradução do texto: Tatiana Aragão e Jonas Calmon Klabin
Versão para “Will You”(“Você”): Marya Bravo
Colaboradores da versão e adaptação brasileira: Marya Bravo, Noé Klabin, Soraya Ravenle e Wolf Maya

EQUIPE DE CENOGRAFIA E VÍDEO
Concepção Imagens Projeção Bia Junqueira e John Fitzgerald
Direção de vídeo projeção: John Fitzgerald
Assistente de cenografia: Bia Kaysel
Assistente de montagem: Julia De Francesco
Lay-out 3D: Henrique Mourthe
Produção de objetos: Manu Cerqueira
Design e Animação:
-Motion: Felipe Duarte, Camila Moraes, Lilian Gorini e Renato Brandão
-3D: Henrique Mourthe e Renato Brandão
Projeção Mapeada:
-Consultoria técnica: Gabriela Costa de Castro
-Programação: Marlus Araujo
-Assistente: Rafael Drelich
Assistente de vídeo projeção: Lilian Gorini
Operadores de projeção: Caio Chacal e Carlos Gabriel
Adereços: Alex Grilli
Cenotécnicos responsáveis: Robson Silva Alves e Lemoel Silva Alves
Painel de boca de cena: Denis Nascimento e Jorge Ferreira Silva

EQUIPE DE ILUMINAÇÃO
Iluminadora assistente: Daniela Sanches
Operador de luz: Daniela Sanches e Eduardo Nobre
Operadores de canhão (estagiários): Carlos Deonisio e Raissa Teo
Montagem de luz: Eduardo Nobre, Genilson Barbosa e Walace Furtado

EQUIPE DE FIGURINO E VISAGISMO
Visagismo: Flavio Priscott
Maquiagem: Daniel Reggio
Equipe de figurino: Rafael Viana
Assistente de figurino: Eduardo Leão
Alta costura: Ana Maria Amaro
Alfaiataria: Antonio Foicinh
O broche de Edie foi reproduzido do original por Sonia Cabrera

EQUIPE DE SOM
Designers de som associados: Martim Crawford e “PePe” Pedro Paulo Monnerat
Sonoplastia: Maloca Estudio
Operador de som: “PePe” Pedro Paulo Monnerat
Microfonista: Augusto D’Angelo
Assistente técnico de som: Daniel Lages

EQUIPE DE IDENTIDADE VISUAL E REGISTRO
Fotografia artística: Luiz Paulo Nenen
Making of e Registro videográfico: Andarilho Filmes
Fotografias adicionais: Arthur Seixas, João Clavio e John Fitzgerald
Criação do site: André Vieira
Assistente de Identidade visual: Tatiana Bond

EQUIPE DE ASSESSORIA DE IMPRENSA
Assistente de assessoria de imprensa: Fernanda Miranda
Estagiária: Clarissa Braga
Lista de convidados: Evandro Rius

EQUIPE DE PALCO
Diretor de palco: Carlos Elias
Maquinista: João Paulo da Mata
Contra-regra: Patrick Silva
Assistente de contra-regra: Leandro Jacinto
Camareiras: Luci Moreira, Ligia Soares e Cleidimar dos Santos
Limpeza apoio: Dona Dora

EQUIPE DO TEATRO MUNICIPAL SALA BADEN POWELL
Administração: Grace Rial
Secretário teatral: Fábio Anderson
Assistente administrativo: Priscila Bezerra
Bilheteira: Célia Silva
Técnicos de som: Naldo Neto e Thiago Tavares
Técnicos de luz: Sérgio de Oliveira e Well Ribeiro 
Contra-regras: Alexandre Araujo e William Alves

EQUIPE DE ADMINISTRAÇÃO
Coordenação Administrativa e Financeira: Cristiane Cavalcante
Coordenação Administrativa e Financeira de pré-produção: Angélica Neves
Coordenação de Comunicação: Natalie Kneit
Consultoria: Cristina Bueno
Contabilidade: Paulo Cezar Mendes
Assessoria Jurídica: Dionísio, Hollanda e Bodas Sociedade de Advogados

EQUIPE DE PRODUÇÃO
Direção de Produção: Tathiana Mourão 
Produção Executiva: Lia Racy
Coordenador de Produção: Thiago Páschoa
Produtores Associados: André Vieira e César Augusto
Produtor Operacional: Tiago Morenno
Assistentes de produção: Marcos Pereira e Tabil Volski
Estagiária de produção: Sheila Cardozo

fonte: assessoria de imprensa

TEATRO ANTÔNIO FAGUNDES REABRE COM O ESPETÁCULO “A PAIXÃO DO JOVEM WERTHER” , DIA 13 DE ABRIL, NA BARRA DA TIJUCA

foto: divulgação

A Paixão do Jovem Werther é uma produção criada por um grupo de amigos, baseada no romance Os Sofrimentos do Jovem Werther, 1774, considerada um clássico universal do Romantismo, dirigida por Cassiano Carneiro, estreia dia 13 de abril, 21h, no Teatro Antônio Fagundes. Além de retomar uma parceria de 20 anos, o grupo de amigos responsáveis pela montagem, pretende atrair mais público e mais formadores de opinião para a Barra da Tijuca.


Estrelada por André Gonçalves, Marcello Gonçalves, Amanda Lira e Gabriela Durlo, a montagem baseada na obra - prima de Goethe, trata das cartas de Werther,  através das quais narra sua história de paixão e tragédia com a jovem Charlotte.

A história de Werther retrata uma paixão exacerbada e infeliz. O  romance, quando publicado na Europa, causou grande impacto entre os jovens,  tamanha foi a repercussão que alguns governos tentaram impedir a circulação da obra.

"Nada nesse mundo nos torna mais necessários aos outros como o amor que lhes temos" de "Os Sofrimentos do Jovem Werther”


CURRÍCULOS


André Gonçalves: Surgiu no cenário cultural na década de 80, recebeu em 2011 o prêmio EXTRA de Tv como melhor ator coadjuvante, pelo personagem Áureo, na novela Morde e Assopra da Tv Globo. Possui vários trabalhos realizados em teatro, cinema e televisão. No ar em Salve Jorge.


Gabriela Durlo:

Teatro - 2006 - O 3 travesseiro

2007 - A Lenda de Apoena - O Musical

2010 - Side Man

2011 - Vamos?


TV - Record

2007 - Vidas Opostas

2008 - Amor e intrigas

2009 - A Lei e o Crime (seriado)

2010 - A História de Ester

2012 - Máscaras

2012 - A Tragédia da Rua das Flores

2013 - Estréia em maio Dona xepa. 

Marcello Gonçalves: Ator de teatro, cinema e televisão, no teatro participou da montagem “Meu Ex Imaginário” (2012), na televisão, participou recentemente de “Bicho do Mato” - Rede Record - (2006),“Cabocla” - Rede Globo - (2004),“Chocolate com Pimenta” - Rede Globo - (2003). No cinema participou de “Concurso Público” -  Em finalização, direção: Pedro Vasconcelos, “Xingú,”direção: Cao Hamburger, “Assalto ao banco central” – 2011, direção: Marcos Paulo, “Não se Pode Viver Sem Amor” – 2011, com direção de Jorge Durán.


Amanda Lira: Cursos de Teatro: Sérgio Penna, Fátima Toledo, Camilla Amado, Antônio Amâncio. Trabalhos: Campanha Lux Luxo em 2008, Campanha Lojas Renner – Dia dos Namorados em 2008, Campanha C&A em 2009.


SERVIÇO


A Paixão do Jovem Werther


Estreia: 13 de Abril de 2013.

Temporada: de 13 de Abril até 26 de Maio de 2013

Local: Teatro Antônio Fagundes – Av. Ayrton Senna, 2541- Barra da Tijuca - fone: (21)2432-4000 

Estacionamento no Local

Horário: Sábados às 21h e Domingos, 20h

Valor: R$ 30,00

Duração: 90 min.

Classificação: 12 anos

Gênero: Romance



FICHA TÉCNICA



Elenco: André Gonçalves, Marcello Gonçalves, Amanda Lira, Gabriela Durlo

Direção: Cassiano Carneiro

Texto: Johann Wolfgang Von Goethe

Assistente de Direção: Zé Luis Perez

Trilha Sonora: Paulo Abelho, João Eleutério

Cenário: Teca Fichinski

Direção de Movimento: Sylvio Lemgruber

Visagismo: Nat Rosa

Figurino: Paula Accioli

Fotógrafo: Maurício Val

Direção de Produção: Márcia Martins e André Gonçalves

fonte: assessoria de imprensa

segunda-feira, 8 de abril de 2013

PARA QUEM NÃO CONSEGUIU ASSISTIR AO ESPETÁCULO "ÉDIPO", NO FESTIVAL DOIS PONTOS, A CIA. DO CHAPITÔ FARÁ APRESENTAÇÃO EXTRA NA QUARTA-FEIRA, DIA 10/04/2013

SESSÃO EXTRA

Édipo - Cia do Chapitô | 10 de abril
Reinventando Édipo sem complexos


Horários: 21h
Duração: 60 minutos
Gênero: Comédia
Classificação indicativa: 12 anos
Valor: R$40,00 (inteira) | R$20,00 (meia)


Resumo

O Édipo de Sófocles é um herói trágico, é paradigma, é complexo, é cólera, é fatalidade, é logos, pathos, ethos, hybris, miasma, eros, thanatos, e mais uma grande quantidade de “is”, “eisis”, “thos” e “thas”.

O Édipo da Cia Chapitô é azarado, é desajeitado, é escorraçado, é assediado, é vilipendiado, é enxovalhado, é aleijado, e mais uma grande quantidade de “puns!”, “aus!”, “ais!”, “trunges!” e “fsstss!”.

A Companhia Chapitô gestualiza mais uma tragédia grega apresentando a cômica fuga de Édipo ao seu terrível destino. O que é certo é que de quatro, de pé, de bengala, rastejando, no colo ou de”cavalinho”, Édipo não vai poder escapar.

O espetáculo ÉDIPO e a residência da Cia CHAPITÔ vem de encontro com o VEM! por tratar-se de uma companhia de atores empenhados em pesquisar no corpo do ator uma “ comunicação entre o cérebro que cria e analisa e o corpo que executa: um corpo-ferramenta” e por princípio verem o processo criativo na elaboração de seus trabalhos como uma postura de colaboração entre toda a equipe: atores, músicos, produtores, técnicos, cenógrafos e figurinistas.

O corpo do ator é o ponto de partida da cena e mesmo da fala, na medida em que o ritmo, a frase, a voz são concebidos como gestos expressivos. O “gesto” enquanto escrita cênica baseada na expressividade e na dinâmica do corpo do ator comunica a partir de uma escrita do espaço (movimento), assim como do tempo (palavra), criando um todo harmonioso - Texto da Cia Chapitô.

Teatro Gonzaguinha – residência artística VEM!
End: Rua Benedito Hipólito, 125 – Praça Onze / Centro
Tel: (21)2503-4622

fonte: assessoria de imprensa

THEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO SERÁ O PALCO DO "FESTIVAL O BOTICÁRIO NA DANÇA", QUE TERÁ APRESENTAÇÕES TAMBÉM EM SÃO PAULO E CURITIBA

De 01 a 09/05/2013 
No mesmo período, espetáculos serão apresentados também no Auditório Ibirapuera, em São Paulo e no Teatro Guaíra, em Curitiba.  Verifiquem a programação no site oficial do evento.
Preços para o Rio de Janeiro
 
Plateia, Plateia para Portadores de Necessidades Especiais, Frisa, Camarotes R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia)
Balcão nobre – R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)
Balcão superior – R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Balcão superior lateral – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Canais de venda
 
Internet: Ingresso.com
Telefone: (21) 4003-2330
Bilheteria: Boulevard (entrada Rua Evaristo da Veiga)
Horário de funcionamento bilheteria: segunda a sexta, sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.

Importante: os ingressos vendidos nos pontos de vendas telefônicos, remotos e do site ingresso.com, cuja operação seja a retirada de bilhetes na Bilheteria do Theatro Municipal, deverão ser entregues na entrada do Salão Assyrius (acesso pela Av. Rio Branco), no período de 1 (uma) hora de antecedência da abertura do espetáculo. 
 
Informações: (21) 2332-9191 

Todos os espetáculos começam às 21h e o Theatro abre às 20h.

Informação adicional: não é permitida a entrada de pessoas trajando bermuda, shorts, top, camisa sem mangas ou chinelos.

Visitem o site oficial do evento: O Boticário na dança

fonte: O Boticário na dança