quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

CIA. CÍRCULO TEATRAL RETORNA AO TEATRO ZIEMBINSKI COM O ESPETÁCULO "VALSA N° 6", DE NELSON RODRIGUES


A Cia. Círculo Teatral, nos seus sete anos de trabalhos e pesquisas, traz à  cena o espetáculo Valsa nº6, de autoria de Nelson Rodrigues e direção de Renato Neves. O espetáculo conta a história de uma menina de 15 anos que busca identificar os personagens de seu devaneio numa trajetória de busca de si mesma e de sua história. Quem é Sônia? Três atrizes representam os estados de espírito de uma menina envolta por lembranças, sonhos, imagens e personagens. O que é fantasia, o que é realidade? Ao som de uma valsa repetitiva, interminável, uma valsa que baila Sônia para devaneios mais profundos, descobre-se sua morte.
 

Ficha técnica
 
TEXTO: Nelson Rodrigues
DIREÇÃO E SONOPLASTIA: Renato Neves
ELENCO:
Daiane Araújo, Daniella Nery e Érika Monteiro 
Stand-in:  Aline Nascimento
FIGURINO E MAQUIAGEM:
Tiago Costa

ILUMINAÇÃO E OP. DE LUZ: Ricardo Rocha

OP. DE SOM: Marcos Pinheiro
 

REALIZAÇÃO: Cia.Círculo Teatral, Fetaerj, Os Ciclomáticos Companhia de Teatro.
SINOPSE
 
Uma menina de 15 anos busca identificar os personagens de seu devaneio numa trajetória de busca de si mesma e de sua história. Quem é Sônia? Três atrizes representam os estados de espírito de uma menina envolta por lembranças, sonhos, imagens e personagens. O que é fantasia, o que é realidade? Ao som de uma valsa repetitiva, interminável, uma valsa que baila Sônia para devaneios mais profundos, descobre-se sua morte.

SERVIÇO
 
Datas: 05 a 27/02 (quartas e quintas- feiras) às 20:00h.
Local: Teatro Municipal Ziembinski
Endereço: Rua Heitor Beltrão, s/n - Tijuca 
Ingressos: R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia)
Telefone: (21) 3234-2003 
Capacidade: 133 lugares
Classificação: 12 anos

fonte: Cia. Círculo Teatral

ESPETÁCULO "OLHEIROS DO TRÁFICO" ESTREIA DIA 17/01/2014, NO SESC CASA DA GÁVEA

Espetáculo escrito e dirigido por Moisés Bittencourt recebeu menção honrosa na 10ª edição da FITA por seu argumento, além de ator revelação para Bruno Suzano



A história de amizade entre dois adolescentes que vivem no submundo do tráfico numa favela carioca é o argumento da trama de “Olheiros do Tráfico”, texto e direção de Moisés Bittencourt com supervisão artística de Domingos Oliveira que estreia nesta sexta-feira, dia 17, no Sesc Casa da Gávea. Em cena, Sandro Barçal e Bruno Suzano dão vida à Crika e Tavim dois jovens que trabalham como olheiros para uma quadrilha liderada pelo traficante Sabuka. O espetáculo trás à tona a temática da violência, o uso de drogas, a implantação das polícias pacificadoras nos morros cariocas de uma maneira nada didática e recheada de um humor tenso presente em todo espetáculo.

“Eu estou assistindo a um dos melhores espetáculos que já vi. Excelentes atores sobre todos os aspectos. É uma história difícil de contar, porque é uma história do tráfico. Da injustiça social que já foi contada dez mil vezes, mas acho que têm histórias que têm que ser contadas sempre”, afirma Domingos Oliveira, que assina a supervisão do espetáculo.

Não é fácil sobreviver em um mundo absorvido pela violência urbana. Mas certamente seria impossível sobreviver neste mundo se não fosse a reflexão humanista que a arte nos proporciona ao relatar questões tão delicadas que envolvem temas tão violentos, porém, adocicados por uma dramaturgia envolvente e, por incrível que pareça, suportável.

“O que me fez escrever OLHEIROS DO TRÁFICO, cuja dramaturgia propicie palavras tão cheias de inquietudes, é , justamente, pelo fato deu ter total convicção de que penso o contrário delas. E que, materializando-as numa peça de teatro, poderia, aos poucos, direcioná-las ao que desejo. Que é, em suas entrelinhas, enveredá-las por um caminho de esperança, onde um grito de socorro, gritado pelos próprios personagens, vença a estupidez da violência. Ainda que de forma rude e desumana”, diz Moisés Bittencourt.

“Olheiros do Tráfico” recebeu menção honrosa na última edição da Festa Internacional de Teatro de Angra (FITA) pelo seu argumento e Bruno Suzano recebeu o Prêmio FITA de Teatro na categoria ator revelação por sua atuação como o traficante Tavim. A peça fica em cartaz às sextas e sábados às 21h e domingo às 20h até o dia 23 de fevereiro. 
 

SINOPSE 
 
Olheiros do Tráfico conta a história de Crika e Tavim. Dois adolescentes que, por conta do vício e da negligência de uma sociedade consumista, se entregam à ilusão do tráfico tornando-se cúmplices e vítimas ao mesmo tempo. Monitorados dia e noite pelo chefe da boca; Carlos Alberto dos Santos, mais conhecido como Sabuca, Tavim e Crika são levados ao caos da violência, migrando entre o mundo e o submundo.


FICHA TECNICA

Texto e direção: Moisés Bittencourt
Supervisão artística: Domingos Oliveira
Elenco: Sandro Barçal (Crika) e Bruno Suzano (Tavim)
Trilha Sonora: Moisés Bittencourt
Sonoplastia: Daniel Costa
Iluminação: Frederico Eça
Programação Visual: Alexsander Fraga
Fotos: Gil Nunes
Produção Executiva: Rafael Klier
Assistente de Produção: Juh Galdino
Direção de Produção: Fernando Gomes e Fabrício Chianello
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Realização: Ymbu Entretenimento


SERVIÇO

Local: Sesc Casa da Gávea
Estreia: 17 de janeiro de 2014
Endereço: Praça Santos Dummont, 116 - Gávea - Bilheteria: (21) 2239 3511
Temporada: De 17 de janeiro a 23 de fevereiro de 2014
Sexta e sábado às 21h / Domingo às 20h
Ingresso: R$ 50,00 (inteira)
Classificação: 14 anos
Duração: 65 minutos
Gênero: Drama

fonte: assessoria de imprensa

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

SESC DO ENGENHO DE DENTRO RECEBE INSCRIÇÕES PARA A 1a. BATALHA DO PASSINHO, ATÉ 16/01/2014

O evento, que conta com participação de Cebolinha, Leandra Perfect, Tonzão e DJ Minimax
terá também workshop com técnicas de gravação da dança em video, edição e postagem na internet

18/01, sábado – Grátis 

foto: Maria Buzanovsky

“Vai, vai, vai, vai! É a Batalha do Passinho! Vai, vai, vai, os muleque são sinistro!”. No sábado, dia 18, o SESC Engenho de Dentro promove sua primeira Batalha do Passinho. Em grande estilo: como apresentador, Cebolinha, um dos ícones da dança e ritmo que viraram febre com sua mistura de funk e frevo que fez até Beyoncé fazer passos ao som de “Lek, Lek, lek”  no palco do Rock in Rio. 

Foi em 2012 que o passinho ganhou o mundo, com o lançamento do filme “A Batalha do Passinho”, de Emilio Domingos, e a apresentação do grupo União Lendária, que reúne os pioneiros do requebrado, incluindo Cebolinha, na cerimônia de encerramento das Paraolimpíadas em Londres. E em outubro e novembro, o SESC recebeu uma oficina gratuita com intenção de formar novos profissionais do passo, que concorrerão à competição, aberta não só aos ex alunos, mas a todos os dançarinos que  quiserem  participar. As inscrições seguem a mídia preferida de seus adeptos e grande responsável pelo seu sucesso: a internet – no link, até dia 16, quinta-feira.

Além de Cebolinha, o evento contará também com outras figuras importantes: o DJ Minimax comandar vai  comandar trilha sonora, e entre os jurados estão o funkeiro Tonzão e a dançarina Leandra Perfect, considerada “ a representante do passinho” por ter sido o pilar de sua divulgação na web. São suas falas, inclusive, que servem de fio condutor para o premiado longa contar a história do grupo de garotos de periferia que transformou as  perspectivas de vida padrão de quem não nasceu na zona sul com a dança.

Os inscritos terão ainda a  oportunidade de aprender técnicas de gravação de videoclipe e postagem na internet  no “Workshop de Cinema e Vídeo – Batalha do Passinho”, que abre o evento, das  9h às 12h -  o workshop prossegue no dia 21, quando os alunos aprenderão a editar as imagens feitas, e se encerra no dia 29, com exibição dos clipes e debate.

É Leandra quem dá a dica para os 16 finalistas, dos quais sairão cinco premiados – primeiro, segundo e terceiros lugares e as categorias Revelação e Aprendiz: “Quem conhece a dança sabe os movimentos que são valorizados, como o passinho, a caidinha, a deslizada, o break, a cintura, o tutting e a abertura. Cada candidato se destaca pelo movimento e estilo que mais domina. Será observado o ritmo, o carisma, alegria, o nível de dificuldade e execução dos movimentos”. 

 foto: Maria Buzanovsky


Serviço

"1ª Batalha do Passinho SESC Engenho de Dentro"

Dia 18/01/2014

9h às 12h - “Workshop de Cinema e Vídeo – Batalha do Passinho”

14h às 17h – Batalha

Apresentador: Cebolinha
Jurados: Tonzão e Leandra Perfect, entre outros
DJ: Minimax
Endereço: Av. Amaro Cavalcanti, 1661 - Engenho de Dentro, Rio de Janeiro
Capacidade: 220 pessoas
Classificação: livre
Informações: 3822-4892
Grátis. 

Inscrições: Facebook (até dia 16, quinta) 

fonte: assessoria de imprensa 

sábado, 11 de janeiro de 2014

O DISCURSO DE ONTEM É O DISCURSO DE HOJE: O NAZISMO NO SÉCULO XXI


Em 1934, Adolph Hitler, já na condição de Führer (condutor do nazismo), discursaria para o povo, durante o VI Congresso do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, realizado em Nuremberg.

Suas palavras, aqui transcritas, encontram-se registradas no documentário "O triunfo da vontade" (dirigido pela cineasta Leni Riefenstahl, por ordem do Führer, 1934).

Deixamos claro, de pronto, que a iniciativa desta publicação nada tem a ver com apologia ao nazismo. Algumas palavras e frases nós as destacamos em negrito colorido, para que nossos leitores percebam que há uma relação próxima entre o discurso de há 80 anos e o que ocorre na política de hoje, no Brasil e no mundo.


Hitler discursa em um estádio, para a juventude alemã:

"Minha juventude alemã, depois de um ano, eu saúdo vocês, aqui, novamente.  Hoje, neste lugar, vocês são uma amostra do que nos cerca na Alemanha inteira.  E sabemos que vocês, moças e rapazes alemães, estão sendo incumbidos de tudo que esperamos da Alemanha.  Nós queremos ser um povo.  E vocês, meus jovens, são este povo.  Não queremos mais ver divisões de classes.  Vocês não devem deixar que isso cresça entre vocês.  Queremos um dia ver o Reich.  E vocês devem lutar por isso.  Queremos que nossa população seja obediente.  E vocês devem praticar a obediência.  Queremos que nosso povo ame a paz, mas que também seja valente.  E vocês devem ser pacíficos.

Então, vocês devem ser pacíficos e corajosos, ao mesmo tempo.

Queremos que nosso povo permaneça forte.  Será difícil e vocês próprios devem reforçar isso para os seus jovens.  Vocês devem suportar privações, sem se desintegrarem.  E, independente do que façamos ou criemos hoje, nós morreremos, mas a Alemanha continuará vivendo em vocês.  E quando não houver mais nada de nós, então vocês devem segurar em seus punhos as bandeiras que erguemos do nada.

E seu sei que isso não pode ser diferente.  Porque vocês são carne da nossa carne e sangue de nosso sangue.  E em suas jovens cabeças, arde a mesma paixão que nos guia.  

Unidos a nós, vocês não serão excluídos E quando a grande coluna do nosso movimento marchar triunfante pela Alemanha, eu sei que vocês irão aderir à coluna.

E nós sabemos...

que, diante de nós, a Alemanha repousa;
que, dentro de nós, a Alemanha queima;
e que, ao nosso lado, a Alemanha segue".

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"Enquanto um de nós respirar, ele dará sua energia a este movimento".

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"Nós não podemos ser desleais com o que nos deu senso e determinação.  Nada virá de coisa nenhuma se não for baseada em uma ordem maior.  Essa ordem não nos foi dada por um superior terrestre.  Ela nos foi dada por Deus, que criou o nosso povo".

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O discurso de encerramento do Congresso:

"Quando nosso Partido consistia em apenas sete homens, ele proclamou dois princípios.  Primeiro, queria ser um Partido com projeção mundial.  E, segundo, queria, sem compromisso, exclusividade de poder na Alemanha.

Como um Partido, tivemos que continuar com a minoria a fim de mobilizar aqueles com espírito de luta e senso de sacrifício.  E esses nunca foram a maioria, mas sempre a minoria.

E, com uma dedicação impressionante, o melhor da raça alemã assume a liderança do Reich, do povo.  E, por causa disso, o povo aprovou e legitimou essa liderança. [...].

Haverá apenas uma pequena seção de combatentes ativos.  E será exigido mais deles do que de seus companheiros.  Para eles, não basta declarar simplesmente: "eu acredito!", mas, de preferência, prometer: "eu lutarei!".

O Partido sempre será a liderança política da gente alemã.  Ele permanecerá inalterável em sua doutrina.  Duro, como aço, em sua organização.  Flexível e adaptável, em suas táticas.  Na sua essência, contudo, vai parecer-se com uma ordem religiosa.  O objetivo é que todos os alemães se tornem Nacionais Socialistas.

[...] a juventude vai dedicar-se a continuar nosso trabalho".

ESPETÁCULO "SONHOS DE UM SEDUTOR" ESTICA A TEMPORADA NO TEATRO IPANEMA/RJ

SONHOS DE UM SEDUTOR, DE WOODY ALLEN, 
VOLTA AO TEATRO IPANEMA 


 – de 16 de janeiro a 23 de fevereiro

Sucesso de público e crítica, montagem com George Sauma, Luana Piovani, Heitor Martinez e Georgiana Góes no elenco e direção de Ernesto Piccolo tem temporada estendida

 Play it again, Sam” – a clássica frase de Humphrey Bogart em “Casablanca” - estreou na Broadway em 1969 e três anos depois chegaria às telas. 

Com o próprio Woody Allen, que assina o texto, na pele de Allan Felix, um crítico de cinema que acaba de ser abandonado pela mulher, Tony Roberts como o amigo Dick e Diane Keaton interpretando Linda, a esposa do amigo por quem Allan se apaixona, a obra dirigida por Herbert Ross traz o início do alter ego pelo qual o diretor americano seria reverenciado: o personagem inseguro e hipocondríaco, mas excepcionalmente inteligente e de humor peculiar, assim como outras de suas marcas registradas, entre elas a maestria na observação do caleidoscópio de sentimentos e comportamentos humanos e as referências constantes a clássicos do cinema em seus trabalhos.

Repetindo o sucesso de público e crítica do original, sua versão brasileira, com direção de Ernesto Piccolo e no elenco George Sauma (Allan), Luana Piovani (Linda), Heitor Martinez (Dick) e Georgiana Góes interpretando sete diferentes mulheres, ficou em cartaz no Teatro Ipanema entre outubro e dezembro do ano passado. Deborah Colker assina a direção de movimentos e Rodrigo Penna a trilha sonora, pela qual passeiam canções de Etta James e Billie Holiday, entre outros clássicos jazzísticos.

Na critica que rendeu à montagem um “Veja Recomenda”, da Veja Rio, o jornalista Rafael Teixeira comenta: “o que poderia ser uma armadilha vira um deleite nas mãos de George Sauma, estrela da montagem de Ernesto Piccolo. Em vez de optar pela solução fácil de emular a interpretação de Allen, o ator molda seu próprio Allan Félix, preservando a essência de seu criador”.

George faz o franzino e inseguro Allan Felix, que parece ter saído de um cartoon de Jules Feiffer. Ele acaba de ser deixado por sua esposa Nancy (Georgiana Góes) que o acusa de ser só “um espectador da vida”. Entre uma dose de aspirinas e outra, é visitado pelo casal de amigos Dick (Heitor Martinez) e Linda (Luana Piovani) que tenta lhe apresentar novas garotas em encontros desastrosos, enquanto um imaginário Humphrey Bogart lhe dá conselhos sobre como tratar as mulheres com virilidade. Em meio às tentativas frustradas de conquistar um novo love affair com diferentes estereótipos femininos em que tenta disfarçar sua timidez em cômicas cenas, acaba se aproximando de Linda, com quem compartilha afinidades, o que a leva a uma tensão ainda maior pela culpa em relação ao amigo.

O crítico Lionel Fischer também faz suas considerações: “Estamos, portanto, diante de uma excelente comédia, que o encenador Ernesto Piccolo consegue materializar na cena de forma irretocável. Por um lado, deve-se destacar a originalidade das marcações, assim como a precisão dos tempos rítmicos. E por outro seu trabalho junto ao elenco, que extrai praticamente tudo que os maravilhosos personagens oferecem”. E completa - “como considero George Sauma o mais talentoso ator de sua geração e especialmente um comediante brilhante, em nada me surpreende sua atuação irrepreensível, tanto no que diz respeito à voz (não particularmente privilegiada, mas que o ator usa muito bem) como ao universo gestual - este último é riquíssimo, imprevisto e absolutamente original. Assim, só me resta torcer para que os sempre caprichosos deuses do teatro continuem abençoando a trajetória deste jovem e maravilhoso intérprete”. 


Ficha Técnica

Autor: Woody Allen
Tradução: Caulos
Direção: Ernesto Piccolo 
Elenco: George Sauma, Georgiana Góes, Heitor Martinez e Luana Piovani
Direção musical: Rodrigo Penna
Direção de movimento: Deborah Colker
Iluminação: Jorginho de Carvalho
Cenografia: Clivia Cohen
Figurino: Helena Araújo
Concepção de Maquiagem - Ton Reis


Serviço

Espetáculo: “Sonhos de um Sedutor”
Local: Teatro Ipanema– Rua Prudente de Morais, 824 - 2267-3750
Texto:  Woody Allen
Direção: Ernesto Piccolo
Elenco: George Sauma, Georgiana Góes, Heitor Martinez e Luana Piovani

Segunda Temporada: de 16 de janeiro a 23 de fevereiro

Horário: de quinta a domingo (quinta a sábado às 21h, domingo às 20h)
Categoria: Comédia
Preço: R$ 50,00 / Todos os moradores do Rio pagam meia entrada (R$ 25,00)
Classificação: Livre
Duração: 1h15m
Capacidade: 222 lugares
Bilheteria: terça a sexta de 14h às 22h ou pelo site 
Forma de pagamento: somente dinheiro
Acesso para cadeirantes: sim
Estacionamento: não

fonte: assessoria de imprensa

"ELEFANTE", DA PROBÁSTICA CIA. DE TEATRO, REESTREIA NA SEDE DAS CIAS

Probástica Cia de Teatro
apresenta

Elefante

Texto Walter Daguerre
Direção e Argumento Igor Angelkorte
Com Fernando Bohrer, Chandelly Braz, Igor Angelkorte, Lívia Paiva, Samuel Toledo e Pedro Nercessian


De 10 a 25 de Janeiro na Sede das Cias



Completando três anos de existência, a Probástica Cia de Teatro convidou o dramaturgo Walter Daguerre – indicado ao Prêmio Shell 2006 e em cartaz no Rio com “Jim” e “A Mecânica das Borboletas” – para desenvolver o argumento original de ELEFANTE. Com base nas recentes notícias da ciência, os atores Chandelly Braz, Fernando Bohrer, Igor Angelkorte (no ar em “Além do Horizonte” no papel de Marcelo), Livia Paiva, Pedro Nercessian e Samuel Toledo contam a história de uma família que vive numa época onde ninguém mais envelhece e, portanto, onde não se morre de causas naturais. Em cartaz na Sede das Cias de 10 a 25 de Janeiro, a peça retrata a história de um lugar onde a partir dos 25 anos, todas as pessoas passam a tomar um medicamento conhecido apenas como Pílula e assim permanecem jovens e com saúde plena por séculos.

Francisco é um fotógrafo de 65 anos, casado com Lúcia, uma médica geneticista, e filho de César, um alto funcionário do Governo local e de Cléo, dona de uma clínica de estética. Certo dia, César consegue um contrato para que Francisco viaje até a ilha de Sêneca a fim de fazer fotos para uma campanha do governo a favor da Pílula – Sêneca é o único lugar do mundo em que a população não faz uso da Pílula e onde, portanto, as pessoas ainda envelhecem e morrem de causas naturais. Acontece que Francisco volta de Sêneca transformado por algo que ele não consegue definir, mas que, definitivamente, tem a ver com a opção da ilha pelo não uso da Pílula. Após tentar inutilmente convencer Lúcia a ir embora com ele para Sêneca e de tentar explicar aos pais a razão de sua decisão de lá viver, Francisco rompe com todos e desaparece. 10 anos depois, o fotógrafo volta completamente envelhecido e reencontra as pessoas que deixou para trás. O contato com os pais e a mulher se transforma numa batalha. 

ELEFANTE resulta, assim, em um drama familiar com ares de ficção científica – gênero raramente explorado nos palcos brasileiros – na qual o progresso da medicina permitirá vencer os sintomas da velhice, rebaixando-a na escala humana de imperativo biológico a mero inconveniente. Tal hipótese serve à Probástica como instrumento lúdico para o questionamento do valor da morte e do envelhecimento para o homem atual. Ao mesmo tempo, trata-se de um grande panorama de vivências refletindo a dificuldade da humanidade em se relacionar com a própria finitude.


Sinopse
 
A história de uma família que vive numa época onde ninguém mais envelhece e, portanto, onde não se morre de causas naturais. A partir dos 25 anos, todos passam a tomar uma pílula e assim permanecem jovens e com saúde plena por séculos.


Sobre a Probástica Cia de Teatro

Fundada em 2011, pesquisa a construção da dramaturgia através de improvisos direcionados por objetivos e ações concretas. A finalidade é criar uma identificação da platéia com a cena através de uma linguagem muito simples, desarmada, sem truques de interpretação. Em caráter de processo colaborativo, texto e encenação são criados simultaneamente a partir de experimentos práticos com os atores propostos pelo diretor em diálogo direto com o dramaturgo. Seu primeiro trabalho, [Des]conhecidos (2011), aborda as relações amorosas contemporâneas, tendo como principal referência o livro "Amor Líquido" do sociólogo polonês Zigmunt Bauman.

INTEGRANTES Chandelly Braz, Igor Angelkorte, Lívia Paiva e Samuel Toledo.


FICHA TÉCNICA

ELENCO: Fernando Bohrer, Chandelly Braz, Igor Angelkorte, Lívia Paiva, Samuel Toledo e Pedro Nercessian
DIREÇÃO E ARGUMENTO: Igor Angelkorte
TEXTO: Walter Daguerre
ASSISTENTES DE DIREÇÃO: Paula Vilela e Philipp Lavra
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Marcela Casarin
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Renata Stilben
CENOGRAFIA: André Sanches
ILUMINAÇÃO: Renato Machado
FIGURINO: Ronald Teixeira
DIREÇÃO MUSICAL: Felipe Storino
FOTOGRAFIA: Phillipp Lavra
COMUNICAÇÃO VISUAL: Paula Vilela
REALIZAÇÃO: Probástica Companhia de Teatro
PRODUÇÃO: Mãe Joana Filmes e Produções


SERVIÇO

Temporada: 10 a 25/01
Local: Sede das Cias (Rua Manuel Carneiro, 12 – Escadaria Selarón/Lapa – Fone: 21 2137-1271)
Horário: sexta e sábado, às 20h
Ingressos: R$30,00
Bilheteria: 1h antes do espetáculo
Classificação: 16 anos
Duração: 70 minutos
Capacidade: 60 lugares
Gênero: drama

fonte: assessoria de imprensa

ESPETÁCULO "VAMPIRAS LÉSBICAS DE SODOMA" REESTREIA NO CAFÉ PEQUENO, LEBLON/RJ

Ministério da Cultura, Klabin, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Câmbio apresentam

“Vampiras Lésbicas de Sodoma”


de Charles Busch
estrelando Marya Bravo
ator convidado Thiago Chagas
com Davi Guilhermme, Thadeu Matos, Thuany Parente, Thiago Páschoa e André Vieira
direção e versão brasileira Jonas Klabin
direção musical Davi Guilhermme
direção de arte e figurino Marta Reis
supervisão Cesar Augusto

Comédia clássica do off-Broadway ganha 
montagem inédita brasileira


Vampiras Lésbicas de Sodoma” é a primeira adaptação brasileira de uma sátira cult e underground de sucesso escrita por Charles Busch que estreou em 1984 e se tornou uma das peças mais apresentadas na história do circuito off-Broadway. Com tradução e direção de Jonas Klabin e supervisão de Cesar Augusto o espetáculo volta ao no Teatro Café Pequeno, no Leblon, a partir do dia 08 de janeiro de 2014, somente as quartas, às 20h, ficando em cartaz até o dia 26 de fevereiro.

Esta comédia satírica é caracterizada por uma série de vinhetas sobre a vida de duas vampiras em eterna (e cômica) rivalidade - a monstruosa Súcubo (Marya Bravo) e a virgem-que-virou-vampira (Thiago Chagas). Após sobreviverem à queda da cidade bíblica de Sodoma, as duas se reencontram ao longo dos séculos: nos anos de 1920, como La Condessa e Madalaine Astarté, se mascarando de divas estrelas da Broadway e de Hollywood; e em Las Vegas nos anos de 1980, como as showgirls Magda Legerdemain e Madalaine Andrews, quando finalmente fazem as pazes. O espetáculo ainda conta com os talentos de Davi Guilhermme, Thadeu Matos, Thuany Parente, Thiago Páschoa e André Vieira, que se dobram em diferentes personagens que cruzam a vida das duas - soldados de Sodoma que temem as vampiras, jovens estrelas da clássica Hollywood que as amam e invejam, caricatos caçadores de vampiros e bailarinos de coro de Las Vegas que as idolatram. Destaque para as piadas e trocadilhos com a cena carioca, que junto a uma inocente e inofensiva depravação em todos os personagens, resulta numa noite leve e hilária no teatro.


PERSONAGENS

A história se passa em três tempos e locais diferentes: Sodoma nos dias da Bíblia, Hollywood nos anos 20 e Las Vegas nos anos 80. Ao longo da história duas vampiras mudam de nome com o passar do tempo. Estas são:

A Súcubo (uma deusa/monstro, um mito, interpretada por Marya Bravo) nos dias da Bíblia que nos anos 20 toma o nome com título La Condessa Magda Legerdemain e nos anos 80 cai na pobreza e perde o título.

A Virgem Menina (ainda não é vampira, interpretada por Thiago Chagas) que se transforma em vampira nos dias da Bíblia e nos anos 20 toma o nome Madalaine Astarté e nos anos 80 se assume como Madalaine Andrés.

Os outros personagens:

- Aqui e Ali (Thadeu Matos e André Vieira) - dois soldados nos dias da Bíblia em Sodoma

- Etienne (André Vieira) - mordomo de Magda Legerdemain nos anos 20 em Hollywood

- Carlos Roberto (Thadeu Matos) - galã do cinema mudo e noivo de Renée Glamour nos anos 20 em Hollywood

- Renée Glamour (Thuany Parente) - jovem virgem atriz aspirante nos anos 20 em Hollywood

- Olga Fanhota (Davi Guilhermme) - colunista social nos anos 20 em Hollywood

- Gregório Salazar (Davi Guilhermme) - caçador de vampiros nos anos 20 em Hollywood

- Zack, Danny e Facebookson (André Vieira, Thadeu Matos e Davi Guilhermme) - dançarinos de coro nos anos 80 em Las Vegas

- Priscilla (Thuany Parente) - uma jovem virgem aspirante a atriz e bailarina


SOBRE O ESPETÁCULO

“Vampiras Lésbicas de Sodoma” foi o primeiro texto de Charles Busch, que ficou rapidamente reconhecido por sua habilidade de tecer cultura popular, humor, kitsch e sátira social mordaz em um teatro inesperado, contemporâneo e hilário. Com referências ao Teatro do Ridículo de Charles Ludlam (“O Mistério de Irma Vap”), diversas referências ao Pop e um estilo inteiramente Camp, Charles Busch é um mestre da comédia. Aclamado pelo seu trabalho, recebeu prêmios como o Outer Critic's John Gassner Award e o Drama Desk Award. Esta é a primeira montagem brasileira de um texto de Charles Busch.

Na versão brasileira, o espetáculo foi adaptado para um musical, incluindo diversas canções traduzidas ao português do cabaré alemão da antiga República Weimar, incluindo os artistas Theobald Tiger, Marcellus Schiffer, Freidrich Hollander, Géza Herczeg, Mischa Spoliansky, Robert Klein, Bertolt Brecht e Kurt Wiell. Estreiando a direção de musicais, Jonas Klabin conta com o apoio da supervisão de Cesar Augusto e da direção musical de Davi Guilhermme.

O espetáculo é uma realização da Treco Produções e do Câmbio Residência Artística em coprodução com a Gávea Filmes.

* A versão para “A Balada da Dependência Sexual” foi realizada por Claudio Botelho


SERVIÇO

Temporada: 08 de Janeiro e 26 de Fevereiro
Local: Teatro Café Pequeno, Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon
Telefone: (21) 2294.4480
Horário do espetáculo: quartas, às 20h
A casa abre uma hora antes do início do espetáculo
A bilheteria abre de quarta a domingo das 16:00 até as 20:30
Ingresso: R$30,00
Duração: 70 minutos
Classificação: não recomendado para menores de 18 anos
Capacidade: 80 lugares
Gênero: comédia-musical


FICHA TÉCNICA

Texto: Charles Busch
Direção e Versão Brasileira: Jonas Klabin
Direção Musical e Piano: Davi Guilhermme
Supervisão Geral: Cesar Augusto
Protagonista: Marya Bravo
Ator Convidado: Thiago Chagas
Com: Davi Guilhermme, Thadeu Matos, Thuany Parente, Thiago Páschoa e André Vieira
Direção de arte e figurino: Marta Reis
Coreografia: Alan Rezende
Iluminação: Luiz Paulo Nenen
Visagismo: Daniel Reggio
Fotografia Artística: Arthur Seixas
Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti
Assistente de Produção: Natalie Kneit
Produção: André Vieira e Jonas Klabin
Co-produção: Gávea Filmes
Realização: Treco Produções

fonte: assessoria de imprensa