segunda-feira, 10 de junho de 2013

"FERIDA SÁBIA" LEVA EXPOSIÇÃO E PERFORMANCE AO GALPÃO DAS ARTES, NO ESPAÇO TOM JOBIM/RJ

Exposição e performance

Ferida Sábia

de Ana Vitória

A partir de 14 de Junho
Galpão das Artes – Espaço Tom Jobim

Performance com Ana Vitória, Angel Viana, Marina Magalhães, Priscila Teixeira e Soraya Bastos

foto: Renato Mangolin

É também o momento em que a mulher, todo mês pode se ver pelo avesso. Pode constatar o tamanho da sua força, da vida que corre pelo seu corpo, que escorre, que é fértil e fecunda. Pode também ser o seu maior laço com a Terra, com os ciclos da natureza, o cosmo, a história, a memória de todas as demais mulheres que nos formaram e a possibilidade de através desse grito vermelho, descamado, abortado, refazer e atualizar essa história. (Ana Vitória)

A partir de 14 de Junho, a bailarina e coreógrafa Ana Vitória inicia as apresentações da instalação performática Ferida Sábia, no Galpão das Artes do Espaço Tom Jobim, que reúne fotos, vídeos, objetos e dança. Com objetivo de apresentar afetiva e esteticamente as relações da mulher com seu corpo, a partir do fluxo menstrual, é proposta uma reflexão estética, antropológica e filosófica sobre este delicado “estado” da mulher, objeto de mutismo e preconceito, mesmo na sociedade contemporânea.

A mostra, com visitação gratuita, de terça a domingo, é composta por seis fotografias em grande formato impressas em metacrilato, selecionadas entre as 700 fotos de seu fluxo menstrual que a artista registrou ao longo de cinco anos; objetos escultóricos em forma de óvulos de lã recheados de memórias afetivas; uma grande instalação com 100 camisolas do século 19, uma videoinstalação com imagens de cerejeiras e fios de lã que tecem e destecem as relações com o mundo, duas instalações de calçolas e anáguas antigas com bacias esmaltadas que escorrem líquido vermelho, povoam o imaginário de quem se lança a esse olhar provocativo e sensório.

As performances, que acontecem de sexta a domingo, são realizadas pelas bailarinas Angel Vianna, grande Mestra da dança contemporânea que participa aos 84 anos de idade como convidada especial, Priscila Teixeira, Soraya Bastos, Ana Vitória e Marina Magalhães. Estas mulheres, com idades que variam de 29 a 84 anos, colocam seus corpos e suas vivências a serviço do diálogo poético em torno dos mitos e tabus femininos: provocando nossa reflexão crítica a cerca da ancestralidade, puberdade, maternidade, aborto, menopausa e ritos de passagem. 

 foto: Renato Mangolin


Sobre Ferida Sábia

Para além de questões de gênero, Ferida Sábia busca lançar um olhar poético, reconciliador, sensório e criativo sobre a condição feminina e suas singularidades. A exposição performativa é um desdobramento da pesquisa realizada para a performance “Afinal o que há por trás da coisa corporal?”  apresentada em 2011 no Centro Cultural Correios e Parque Laje, no Rio de Janeiro  e no Museu Rodin, em Salvador. Na época a artista mergulhou nas provocações da artista plástica mineira Lygia Clark em um relato corpóreo, explicito e autobiográfico sobre nascimento e morte. 


FICHA TÉCNICA

Concepção e direção geral: Ana Vitória
Bailarinas: Ana Vitória, Angel Vianna, Priscila Teixeira, Soraya Bastos e Marina Magalhães


SERVIÇO

Local: Espaço Tom Jobim – Galpão das Artes
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico – Rio de Janeiro
Telefone: (21)2274-7012
Capacidade: 60 lugares
Performances: dias 14, 15 e 16, 21, 22 e 23/06Sextas e Sábados, às 19h, e Domingos, às 18h
Duração: 40 minutos
Ingressos: R$ 40,00
Exposição: de terça a domingo, das 10h às 18h
Classificação: Livre


Sobre Ana Vitória

Bailarina e coreógrafa baiana, formada pela Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia - UFBA é Doutoranda em artes cênicas pela UNIRIO e Mestre pela Universidade Gama Filho – UGF - Rio de Janeiro, tendo como resultado a publicação do livro “Angel Vianna - Uma Biografia da Dança Contemporânea”. Professora Universitária dos cursos de graduação e pós-graduação das Faculdades Angel Vianna e UniverCidade –RJ nas cadeiras de Composição Coreográfica e Técnica de Dança Contemporânea. 

Morou na França em 1994  quando trabalhou com coreógrafos de renome da Nouvelle Danse Française. Coreógrafa premiada; APCA (1997), MAMBEMBE (1998) e RIO DANÇA (1999), tem seu trabalho reconhecido no Brasil e no exterior e conta do seu repertório mais de 20 obras coreográficas entre os seus solos como intérprete-criadora e espetáculos para Cias de dança e teatro. No Rio de Janeiro, dirige a Cia ANA VITÓRIA DANÇA CONTEMPORÂNEA desde 1995.

Workshops: New York University – NYU/Miami – E.U.A, Flaran Danse- França, Centro Cultural Belém – Lisboa – Portugal, Balé da Cidade de São Paulo-SP, Ballet Guaíra-PR, Cia Débora Colker – RJ, Balé do Teatro Castro Alves-BA, Grupo Cisne Negro- MG, Cia de Danca da Cidade - RJ, Cia Vacilou Dançou-RJ, Grupo Tápias – RJ, Café Cultural – RJ, Festival de Joinville-SC, Festival de Campina Grande-PB, SESCS –Brasil, Centro Cultural Mário Quintana – POA, Engenho das Artes – POA, Café Cultural – RJ, Centro Cultural Dragão do Mar – PE, Centro Cultural Banco do Brasil –DF, Cia Elpasso –RJ, Ateliê Coreográfico do Rio de Janeiro -RJ.

Menções e Prêmios

- Prêmio de Melhor Coreógrafa - XIII Mostra de Novos Coreógrafos RioArte – RJ (1996). "Valises"
- Melhor Vídeo-Arte de Performance - IV Salão Vitor Meirelles de Artes Plásticas no Museu de Arte de Santa Catarina  MASC – SC  (1996) –– “Valises”
- Prêmio de melhor coreógrafa pela APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte de São Paulo – SP  (1997) – "Corpo Provisório"
- Prêmio nas categorias Intérprete-Criadora pelo MINc-Troféu Mambembe – RJ (1998). "Corpo Provisório"
- Indicação na categoria Melhor coreógrafa do Prêmio RioDança 98 instituído pela Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro/RioArte - RJ (1998). "Antimatéria"
- Aclamada Talento Profissional do Jornal O Globo,  Melhor Coreógrafa de 1999.
- Selecionada entre as 4 Companhias nacionais no " Projeto DançAtiva" em 1999 (IBM & Unibanco) e no Projeto " FUNARTE na Cidade" do Ministério da Cultura - RJ (1999) – com o espetáculo “Antimatéria”
- Prêmio na categoria "Melhor Coreógrafa" do Prêmio RioDança 99 instituído e promovido pela Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro/RioArte com a coreografia “Orikis”
- Prêmio na categoria "Melhor Coreógrafa" da Revista Você e a Dança – RJ (1999) "Melhor Coreografia ORIKIS"
- Prêmio RioDança 2000 , indicada em 3 categorias com o espetáculo 1, Segundo... Melhor Coreógrafa – Ana Vitória, Melhor Bailarina – Andréa Bergallo e Melhor Iluminador – Milton Giglio.
- Programa de Bolsas de Pesquisa Rio Arte 2001 – Projeto "Seis propostas para o próximo milênio ou minha visão da Sexta"
-Companhia subvencionada pela Prefeitura do Rio de Janeiro a partir de 2003, pelo programa de subvenção de Cias com o projeto coreográfico “Sobre o Começo e o Fim…”
- Jornal O Globo – Destaque para o espetáculo “O Exercício de Dom Quixote” entre os 10 melhores do ano de 2005.

fonte: assessoria de imprensa

SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO E BRASÍLIA TERÃO PRÉ-ESTREIAS DE "ANTES DA MEIA-NOITE", NOS DIAS 12 E 13/06/2013


 foto: divulgação

Para os casais de namorados – e ansiosos – que não aguentarão esperar até a estreia oficial para assistir ao filme Antes da Meia Noite, a Diamond Films Brasil preparou uma série de pré-estreias do longa nos dias 12 e 13 de junho.

As sessões acontecerão em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, conforme o quadro abaixo:



Cinema Sala Cidade Data

Cinemark Pier 21
5 Brasília Pré-estreia 12/jun

Kinoplex ParkShopping
7 Brasília Pré-estreia 12/jun

UCI New York City Center
7 Rio de Janeiro Pré-estreia 12/jun

Cinemark Downtown Barra
8 Rio de Janeiro Pré-estreia 12/jun


Estação Barra Point
1 Rio de Janeiro Pré-estreia 12 e 13/jun


Estação Botafogo
1 Rio de Janeiro Pré-estreia 12 e 13/jun


Estação Ipanema
1 Rio de Janeiro Pré-estreia 12 e 13/jun


Kinoplex Fashion Mall
1 Rio de Janeiro Pré-estreia 12/jun


Kinoplex Leblon
4 Rio de Janeiro Pré-estreia 12/jun


Roxy
1 Rio de Janeiro Pré-estreia 12/jun

UCI Jardim Sul
7 São Paulo Pré-estreia 12/jun

Cinemark Metrô Santa Cruz
9 São Paulo Pré-estreia 12/jun

Kinoplex Itaim
4 São Paulo Pré-estreia 12/jun

“Antes da Meia Noite”, que sucede “Antes do Amanhecer” (“Before Sunrise”, 1995) e “Antes do Pôr do Sol” (“Before Sunset”, 2004), estreia no país logo em seguida, nesta sexta, 14 de junho.

No filme, Jesse (Ethan Hawke), a mulher, Celine (Julie Delpy), e as filhas gêmeas viajam para a Grécia, a fim de descansarem. Eles se hospedam na bucólica casa de campo de um velho escritor expatriado, Patrick (Walter Lassally). Os amigos gregos presenteiam o casal com uma noite em um luxuoso hotel de frente para o mar. Mas para Jesse e Celine a realidade pesa: as crianças, trabalhos, ambições, desapontamentos; o fluxo e refluxo do amor romântico; as pressões de um relacionamento em constante evolução e aprofundamento. De maneiras inesperadas, a noite idílica os coloca à prova.

fonte: assessoria de imprensa





CAIXA CULTURAL RIO RECEBERÁ O ESPETÁCULO "OBSESSÃO"

A peça é uma comédia passional que conta 
a história de amizade e de rivalidade 
entre duas mulheres

foto: Dalton Valerio

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 27 de junho a 7 de julho, a peça Obsessão, que narra a amizade e rivalidade, de toda uma vida, entre duas mulheres. A história das amigas Lívia e Marina é apenas o ponto de partida para investigar o universo feminino e suas sutilezas. Com texto de Carla Faour e direção de Henrique Tavares, o espetáculo tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

O roteiro investiga, com muito humor, o universo feminino e amoroso, e fala de assuntos que afligem a todos, como as relações afetivas, sonhos, frustrações, realização profissional, maternidade, padrões de beleza, autoestima, casamento e solidão. O texto faz uso do narrador, recurso muito usado nos folhetins. Com olhar crítico e poético, aliado a um humor irônico, o narrador é o mestre de cerimônias que conduz o público pela saga dessas duas mulheres. A trama, contada de maneira original, subverte a ordem cronológica e tem um final surpreendente.

O texto de “Obsessão” é inédito e nasceu nas páginas de um site pioneiro Drama Diário, formado por sete dramaturgos com forte atuação na cena contemporânea do Rio de Janeiro. A peça foi escrita a partir de postagens semanais, o que permitiu que os internautas acompanhassem os 15 capítulos, durante quatro meses. A história teve grande êxito, com um grande aumento do número de visitas ao site.

Grande parte da ação se passa em Lisboa. A cidade simboliza a ligação mais forte com nossos antepassados, laços afetivos e consanguíneos. Embora, Lívia e Marina não tenham nenhuma relação de parentesco, são tão próximas como duas irmãs, rivais como inimigas de guerra, estão conectadas desde todo o sempre. Inexplicavelmente, pelo destino, explica Carla Faour. Obsessão é um daqueles espetáculos difíceis de classificar, quando o riso e a emoção embaralham os sentimentos, completa.

Carla Faour e Henrique Tavares são dois artistas atuantes no teatro carioca, com trabalhos voltados para a dramaturgia original contemporânea, e têm 17 espetáculos no currículo. “Obsessão” recebeu o prêmio APTR 2012 de Melhor Autor, duas indicações ao Prêmio Shell, Melhor Autor e Melhor Diretor, Prêmio FITA de Melhor Autor, indicação ao Prêmio APTR de Melhor Atriz Coadjuvante e duas indicações ao prêmio FITA: Melhor Diretor e Melhor Atriz.


Ficha técnica

Texto: Carla Faour
Direção: Henrique Tavares
Elenco: Ana Baird, Anderson Cunha, Carla Faour, Celso Taddei e Daniel Belmonte
Cenário: Henrique Tavares
Iluminação: Aurélio de Simoni
Figurino: Clara Rocha
Realização: Janeiro Produções Artísticas
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Serviço

Espetáculo Obsessão

Duração: 1 hora e 20 minutos
Data: de 27 de junho a 7 de julho de 2013 (quinta-feira a domingo)
Horário: 19h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)
Informações: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Lotação: 176 lugares (4 para cadeirantes)
Classificação etária: Não recomendado para menores de 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Programação completa: CAIXA Cultural
 
fonte: assessoria de imprensa

INSCRIÇÕES PARA O FESTIVAL DE CINEMA CINE CEARÁ FORAM PRORROGADA ATÉ 20/06/2013


A Associação Cultural Cine Ceará, que organiza o festival ibero-americano que acontece em Fortaleza, amplia o prazo para inscrições até 20 de junho. Assim, os interessados em concorrer na 23ª edição do Cine Ceará ganham mais duas semanas de prazo para inscreverem seus filmes. O regulamento completo do festival e a ficha estão disponíveis no site Cine Ceará.

Concorrem ao troféu Mucuripe longas-metragens ibero-americanos e curtas-metragens brasileiros. Entre os filmes de longa duração, aquele escolhido como o melhor da competição leva um prêmio de U$10 mil (dez mil dólares).


23ª edição

Este ano, por causa da Copa das Confederações, o Cine Ceará mudou de data e será realizado no segundo semestre, entre 7 e 14 de setembro. Também de casa nova, o festival acontecerá no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.  

O 23° Cine Ceará é uma promoção da Universidade Federal do Ceará (UFC), através da Casa Amarela Eusélio Oliveira, com apoio do Governo do Estado do Ceará por meio da Secretaria da Cultura; da Prefeitura Municipal de Fortaleza por meio da Secretaria de Cultura; e do Ministério da Cultura, através da Secretaria do Audiovisual. 

A realização é da Associação Cultural Cine Ceará e conta com patrocínio de empresas públicas e privadas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (SIEC) e da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). A Oi patrocina o Cine Ceará, que ainda conta com o apoio cultural do Oi Futuro.

Concorrem ao Troféu Mucuripe os filmes inscritos nas categorias longa-metragem (divididos em filme, direção, fotografia, edição, roteiro, som, trilha sonora original, direção de arte, ator, atriz e prêmio da crítica) e curta-metragem (filme, direção, roteiro, produção cearense e prêmio da crítica).

Os curtas-metragens deverão ter sido realizados por produtores e/ou diretores brasileiros ou radicados no país há mais de três anos e devem ter até 20 minutos de duração. Deverão ainda ser obras concluídas a partir de janeiro de 2012, que não podem ter participado de processos seletivos nas edições anteriores do Cine Ceará. 

Os longas-metragens deverão ter duração mínima de 70 minutos e terem sido finalizados a partir de 2011 por produtores e/ou diretores de países da América Latina e o Caribe, Portugal e Espanha, em formatos profissionais.

Os prêmios da crítica para melhor curta e longa-metragem serão concedidos pela Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Para o melhor longa, de acordo com o júri oficial, será concedido um prêmio especial no valor de US$ 10 mil. Haverá ainda a entrega do troféu Mucuripe de melhor curta da mostra Olhar do Ceará, para o qual haverá um júri de estudantes das universidades de Fortaleza.

Inscrição de Filmes para o Cine Ceará 2013
De 7 de maio a 7 de junho – prorrogada até 20 de junho

fonte: assessoria de imprensa

HERMETO PASCHOAL EM TRÊS APRESENTAÇÕES NA CAIXA CULTURAL RIO

Compositor, arranjador e multi-instrumentista comemora seus 77 anos no palco

foto: divulgação

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 21 a 23 de junho (sexta-feira a domingo), às 19h, o show Hermeto Paschoal e grupo em comemoração ao aniversário do artista, que completa 77 anos no dia 22 (sábado). O espetáculo musical tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

No palco, Hermeto estará acompanhado do grupo formado por Aline Morena (voz, viola caipira e percussão corporal), Itiberê Zwarg (baixo elétrico e percussão), André Marques (teclado, flauta e percussão), Vinicius Dorin (saxofones, flautas e percussão), Fabio Pascoal (percussão e direção de palco) e Marcio Bahia/Ajurinã Zwarg (bateria e percussão).

No repertório, algumas canções como “Vivo o Rio”, “Circo Voador”, “Tamancos e Pilões”, “Garrote”, “Brasil com Z”, “Ailin”, “Taynara”, “Trezão” e “Frulato”.


Sobre o artista

Hermeto Paschoal nasceu em 22 de junho de 1936, em Olho d´Água (AL), mas foi criado em Lagoa da Canoa, no município de Arapiraca (AL). Os sons da natureza fascinaram o músico desde pequeno. A partir de um cano de mamona de "jerimum" (abóbora), fazia um pífaro e ficava tocando para os passarinhos.

Hermeto resolveu experimentar o “8 baixos” (sanfona) de seu pai e não parou mais. Passou a tocar com seu irmão mais velho, José Neto, em forrós e festas de casamento, revezando-se com ele no 8 baixos e no pandeiro. Em 1950, foi morar no Recife e começou a tocar na Rádio Tamandaré. De lá, foi convidado, com a ajuda de Sivuca, sanfoneiro já de sucesso, para integrar a Rádio Jornal do Commercio, onde seu irmão também tocava. Juntos – Hermeto, José Neto e Sivuca –, formaram o trio “O Mundo Pegando Fogo”.

Do Recife, mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1958, para tocar acordeom na rádio Mauá e de lá seguiu para São Paulo, em 1961. Com a participação de outros músicos, formou o grupo ”Som Quatro” e mais tarde integrou o “Sambrasa Trio”.

Devido ao seu talento e criatividade, Hermeto Paschoal virou atração em diversos eventos importantes de música, como o I Festival Internacional de Jazz, em 1978, em São Paulo, o “Festival de Montreaux”, na Suíça – que resultou no álbum duplo “Hermeto Pascoal ao Vivo” –, e o festivalLive Under the Sky”, em Tóquio.


Serviço

Hermeto Paschoal e grupo

Data: de 21 a 23 de junho de 2013 (sexta-feira a domingo)
Horário: 19h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Avenida Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)
Informações: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Lotação: 176 lugares (4 para cadeirantes)
Classificação etária: Livre
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
Acesso para pessoas com deficiência
Programação completa: CAIXA Cultural
 
fonte: assessoria de imprensa

COM TEXTO E DIREÇÃO DE PEDRO NESCHLING, ESPETÁCULO "COMO NOSSOS PAIS" ESTREIA NO CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA FEDERAL, NO RIO DE JANEIRO

COMO NOSSOS PAIS

foto: Julieta Bacchin

O Centro Cultural Justiça Federal apresenta, de 14 de junho a 21 de julho, o espetáculo Como Nossos Pais. O texto tem autoria e direção de Pedro Neschling, que também está no elenco ao lado de Isio Ghelman, Vitória Frate e Fabrício Santiago. A montagem, que estreou em São Paulo em novembro de 2012 e partiu em turnê pelo interior do país, chega agora ao Rio de Janeiro.

Drama realista e eficaz. ‘Como Nossos Pais’, espetáculo escrito e dirigido pelo ator Pedro Neschling, revela um dramaturgo e encenador capaz de criar uma boa história e contá-la com estilo. (Luiz Fernando Ramos – Ilustrada, Folha de São Paulo)

Segundo texto teatral de Pedro, essa tragédia contemporânea lança ao público um debate sobre as consequências da criação dada pelos pais no desenvolvimento do caráter de cada indivíduo. Todos os conflitos da peça passam pela questão da paternidade. O quanto o que somos é resultado da criação que recebemos, o quanto temos capacidade de nos reinventar. É um tema universal e espero levar ao público com esse espetáculo uma reflexão sobre nossas escolhas e relações pessoais e o que podemos fazer para modificá-las e nos modificarmos, apresenta Neschling.

Com um texto moderno e dinâmico, “Como Nossos Pais” apresenta cenas curtas que se sucedem - algumas vezes simultaneamente - e são levadas ao palco num cenário assinado pelo premiado Flávio Graff. Mais de 200 totens brancos simbolizam uma grande metrópole na qual a saga dos Kaufmann acontece. A luz assinada por Adriana Ortiz ajuda a unir o todo. Gosto da ideia de unir a encenação de forma fluida e conceitual e nesse espetáculo busquei junto com a equipe técnica levar ao máximo essa fusão de teatro com artes plásticas, afirma o diretor.   

Além da peça, Pedro lança ainda em junho o livro do espetáculo, pela editora paulista Giostri, e estará no elenco da próxima novela da seis da Rede Globo, “Joia Rara”.

 foto: Julieta Bacchin

Sobre o espetáculo

Ivan Kaufmann (Isio Ghelman) é um filho de imigrantes que se tornou dono de um dos maiores grupos empresariais do mundo. Tem uma relação bastante superficial com seu único filho, Luiz Eduardo (Pedro Neschling), que trabalha nas suas empresas. Os dois se encontram uma vez por mês para jantar acompanhados de belas mulheres, e a relação se resume a isso.

Um dia, Rômulo (Fabrício Santiago), filho de uma antiga empregada da mansão Kaufmann e que foi criado próximo a Luiz Eduardo, reaparece. O rapaz está prestes a se tornar pai e vem pedir emprego ao ex-patrão de sua falecida mãe. Ivan fica de alguma forma tocado pelo pedido do jovem e resolve ajudá-lo.

Quando descobre que Rômulo está trabalhando de office-boy na empresa do pai, Luiz Eduardo fica muito surpreso. Ele sabe que o “antigo amigo” andava há anos envolvido com o tráfico de drogas. Intrigado, questiona o rapaz que afirma sua vontade verdadeira de mudar de vida, agora que vai ter um filho.

Luiz Eduardo começa a se relacionar com Cléo (Vitória Frate), uma linda jovem, filha de uma família rica e desestruturada emocionalmente. E Ivan, impressionado com a dedicação de Rômulo e tomado por um repentino e profundo sentimento de revisão de valores na vida, resolve aumentar o investimento no futuro do rapaz oferecendo estrutura para que ele se torne um executivo na empresa. Isso desperta em Luiz Eduardo, que sempre se sentiu descuidado por seu pai, o mais profundo sentimento de desamparo. Já Cléo, que também se ressente da falta de carinho paterno, começa a ver Ivan com outros olhos.

A história caminha para o auge de sua tensão na medida em que Luiz Eduardo, tomado por raiva, arma uma cilada que faz com que Rômulo e sua esposa sofram um atentado. E Cléo, cada vez mais encantada, acaba se envolvendo com Ivan. A relação de pai e filho fica insustentável.


FICHA TÉCNICA

Escrito e dirigido por Pedro Neschling
Elenco (em ordem alfabética) Fabrício Santiago, Isio Ghelman, Pedro Neschling e Vitória Frate
Direção de Arte e Figurino Flávio Graff
Luz Adriana Ortiz
Diretor Assistente Paulo Mathias Jr.
Direção de Movimento Toni Rodrigues
Trilha Sonora Pedro Neschling
Projeto Gráfico Cubículo – Fábio Arruda e Rodrigo Bleque
Fotografia Marcelo Faustini
Assistente de Direção de Arte e Figurino Júlia Deccache
Direção de Produção Miçairi Guimarães
Produção Executiva Mariana Serrão
Produzido por Lucélia Santos, Pedro Neschling e Miçairi Guimarães
Realização Nesch Produções e Nhock Produções


SERVIÇO

“Como Nossos Pais”
Estreia: dia 14 de junho, às 19h
Sessão para classe: dia 15 de junho, sábado, às 19h

Local: Centro Cultural Justiça Federal (Avenida Rio Branco, 241 – Centro)
Informações: (21) 3261-2565
Horário: sexta a domingo, às 19h
Ingresso: R$30,00
Bilheteria: de terça a domingo, das 15h às 19h
Duração: 60 minutos
Capacidade: 142 lugares
Temporada: 14 de junho a 21 de julho
Funcionamento bilheteria:
Classificação: 14 anos

CURRÍCULOS

Pedro Neschling 
No teatro, atuou em diversos espetáculos de sucesso de público e crítica (“Os Sem Vergonhas”, “Trindade” e outros). Começou como diretor dividindo com Guilherme Leme o comando da montagem de “A Forma das Coisas”, de Neil LaBute. Estreou solo em “Estragaram todos os meus sonhos, seus cães miseráveis!” de Daniela Pereira de Carvalho. Ainda assinou recentemente as montagens de “Um Número”, protagonizada por Pedro Paulo Rangel, e “Alguém Acaba de Morrer Lá Fora”, de Jô Bilac, com Lucélia Santos no elenco. Seu primeiro texto como autor, “Apenas Uma Noite”, foi encenado com sucesso no Brasil e ganhou uma montagem portuguesa pelo diretor António Pires.

É conhecido nacionalmente por sua atuação em vários programas de sucesso da Rede Globo, como a série “Aline” (onde viveu um dos protagonistas) e novelas como “Da Cor do Pecado” (da inesquecível família Sardinha). Estará no elenco da próxima novela das 18h, “Joia Rara”. No cinema estreou ganhando prêmio como roteirista do longa “Timor Lorosae – O massacre que o mundo não viu”, e participou de alguns filmes como ator ("Um Homem Qualquer", "O Diário de Tati" entre outros).

Isio Ghelman
Ator profissional desde 1985, atuou em mais de 45 espetáculos ao longo de 28 anos de carreira. Entre os mais recentes destacam-se: Jacinta, de Newton Moreno, com direção de Aderbal Freire Filho; Novecentos, de Alessandro Baricco, com direção de Victor Garcia Peralta; Moby Dick, clássico de Herman Melville, adaptado e dirigido por Aderbal Freire Filho; Traição, de Harold Pinter, direção de Ary Coslov; O púcaro búlgaro, de Campos de Carvalho e Sonata de outono, de Ingmar Bergman, ambas com direção de Aderbal Freire Filho; a temporada em Portugal de O que diz Molero, de Diniz Machado, também com direção de Aderbal Freire Filho; A memória da água, de Shelag Stephenson, dirigido por Felipe Hirsch, Polaróides explícitas, de Mark Ravenhill, com direção de Ary Coslov e Nada de Pânico, de Michael Frayn, dirigido por Enrique Diaz.

No cinema, além de atuar em vários curta-metragens, fez o personagem José no drama bíblico Maria, a mãe do filho de Deus, dirigido por Moacyr Góes e Norman Jones, pai de Stuart Angel Jones em Zuzu Angel, de Sérgio Rezende.

Na televisão, atuou em diversos programas da TV Globo, entre eles, Você Decide, Carga Pesada, A grande família e Tapas & Beijos. Trabalhou na minissérie Amazônia, de Glória Perez, onde viveu Mr. Scott e em vários esquetes de humor exibidos no Fantástico ao longo de 2007 e 2008. Seus mais recentes trabalhos em televisão incluem as duas temporadas de Aline, seriado exibido na TV Globo, dirigido por Mauricio Farias, no papel do psicanalista Yuri; Gente Lesa, série em 12 capítulos exibidos no GNT, com direção de Alê Braga e Victor Garcia Peralta, onde fez o protagonista César e Anjos do Sexo, seriado de Domingos Oliveira, exibidos na Band TV. Em 2012, fez o papel do Guilherme Steiner na novela Fina Estampa, de Aguinaldo Silva, com direção de Wolf Maya. Atualmente, prepara-se para as gravações da série Destino: Rio de Janeiro, produzido da O2 Cinema com direção de Fábio Mendonça e exibição pelo canal HBO.

Fabrício Santiago
Ator formado pelo Grupo Nós do Morro, do qual fez parte até 2010. No teatro participou dos espetáculos "Um Triangulo Quase Amoroso", com direção de Márcio Vieira; "Vestido de Noiva" e "A Casa de Bernarda Alba", com direção de Fátima Domingues; entre outros. No cinema fez os filmes "Totalmente Inocentes", de Rodrigo Bittencourt; "Vamos Fazer Um Brinde", de Sabrina Rosa e Cavi Borges; e "Mais uma vez amor", de Rosane Svartman. E na TV foi apresentador da TV Globinho, além de ter participado de "Malhação", "Cinquentinha" e outros programas.

Vitória Frate
A atriz encantou o público em sua estreia no cinema como protagonista do sucesso “Era Uma Vez”, de Breno Silveira. Também atuou nos longas “Léo e Bia”, de Oswaldo Montenegro, e “Não Deixe Júlia Ir Embora”, de Matheus Souza, ainda inédito. Na TV, fez sucesso vivendo Júlia na novela “Caminho das Índias”, de Glória Perez. Atuou ainda na série do Multishow “Bicicleta e Melancia”, de Rodrigo Nogueira. No teatro participou de diversos espetáculos, como “Alguém Acaba de Morrer Lá Fora” (de Jô Bilac e direção de Pedro Neschling), “Estragaram todos os meus sonhos, seus cães miseráveis!” (de Daniela Pereira de Carvalho e direção de Pedro Neschling), “O Nome e as Coisas” (direção de Jefferson Miranda), entre outros.
 
fonte: assessoria de imprensa