terça-feira, 16 de junho de 2026

A MORTE DO PRINCIPAL NOME DA TÁVOLA REDONDA, EM VERSÃO INÉDITA

A Morte de Arthur

Le Morte d’Arthur

Arthur não deveria ser rei. Filho bastardo de Uther Pendragon, ele foi criado em segredo, por ordem do mago Merlim, sem saber quem era o seu verdadeiro pai.

Tudo isso mudou quando o jovem conseguiu erguer a lendária espada cravada na pedra e revelou a todos que era o legítimo herdeiro do trono da Bretanha.

É assim que nasce o Rei Arthur.

A partir desse momento, o leitor é conduzido por centenas de páginas com batalhas sangrentas, traições e juramentos quebrados, até a sua trágica morte.

A Morte de Arthur é a história definitiva dos romances de cavalaria contados por toda a Europa, desde o Século IX até o fim da Idade Média.

Lancelot, Sir Tristan, Gawain, Galahad, e todos os Cavaleiros da Távola Redonda estão presentes neste Clássico, que tem Rei Arthur como fio condutor.

A edição definitiva do Clube de Literatura Clássica carrega todo esse peso histórico, com um projeto gráfico que une visualmente a edição icônica de William Caxton, publicada em 1485, com o manuscrito de Winchester, que passou séculos perdido, até ser descoberto na Inglaterra, em 1934.

Esta é a primeira edição feita no Brasil a partir do manuscrito de Winchester. São centenas de páginas que levarão o leitor a uma experiência única com a lenda arturiana como foi originalmente concebida por Thomas Malory.

 

SOBRE O AUTOR

Sir Thomas Malory

Ao que tudo indica, o autor de Le Morte d’Arthur era um cavaleiro real, porém muito distante dos ideais da cavalaria.

Segundo registros históricos, ele sofreu diversas prisões por seus atos de vandalismo e vingança; práticas comuns, mas nem um pouco honrosas entre os cavaleiros de uma Inglaterra dividida pela guerra.

E foi provavelmente na prisão que Malory compilou e reescreveu as histórias arturianas que circulavam pela Europa.

O resultado é uma síntese monumental de seis séculos de histórias espalhadas pelo continente, semelhante ao que Homero fez com a Ilíada e a Odisseia.

Em 1485, o impressor William Caxton publicou o livro, e ao fazê-lo ajudou a consolidar a imprensa em língua inglesa e a identidade britânica que Arthur simbolizava. Cinco séculos depois, Thomas Malory continua sendo o nome ao qual todo autor de fantasia, consciente ou não, deve algo. É a principal fonte para quem se interessa pelo mito arturiano – uma edição que une estudiosos e apaixonados pela lenda do Rei Arthur.


fonte: Clube de Literatura Clássica

clube@literaturaclassica.com.br

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